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Idosas encontradas mortas em lar ilegal apresentavam sinais de magreza extrema

Duas idosas, de 90 e 92 anos, vão ser autopsiadas para se apurar as causas da morte.

05 de março de 2021 às 01:30

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Ana Paula Alves , dona do espaço, recusou ontem comentar o caso
Ana Paula Alves , dona do espaço, recusou ontem comentar o caso Pedro Brutt Pacheco
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res Novas, apresentavam sinais de estarem em magreza extrema, mas só as autópsias médico-legais irão esclarecer as causas da morte. Esta quinta-feira, o apartamento que funcionava como casa de acolhimento foi inspecionado pela Segurança Social, que determinou o seu encerramento “imediato e compulsivo”.

A proprietária, Ana Paula Alves, de 40 anos, abriu a porta aos inspetores da Segurança Social e à equipa do CM, mas recusou prestar declarações.

As circunstâncias em que ocorreram as mortes estão a ser investigadas pela PJ de Leiria, que averigua se existiu crime, por intenção ou ação negligente.

Segundo apurou esta quinta-feira o CM, junto de várias fontes, as duas idosas encontradas mortas, na terça e na quarta-feira, estavam de tal forma magras que o cenário chocou quem teve intervenção no socorro, na investigação e na retirada dos corpos.

As instalações alojavam mais duas idosas, de 85 e 87 anos, que foram assistidas no Hospital de Torres Novas. Não apresentam qualquer problema de saúde e esta quinta-feira tiveram alta médica, aguardando para serem colocadas numa instituição referenciada pela Segurança Social.

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