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Nem gás-pimenta trava agressor de vigilante de estação de comboios em Lisboa

PSP diz que gás “não surtiu qualquer efeito” e teve de “usar a força física necessária”. Homem de 32 anos não tinha bilhete para o comboio.

17 de julho de 2024 às 01:30
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Nem gás-pimenta trava agressor de vigilante de estação de comboios em Lisboa

Advertido para a obrigatoriedade de ter título de transporte válido, um homem de 32 anos espancou com grande violência um vigilante da estação de comboios do Rossio, em Lisboa, no domingo de manhã.

A vítima, de 64 anos, foi atirada ao chão e pontapeada em todo o corpo, inclusive na cabeça. Teve de ser hospitalizada. O agressor, que ficou em liberdade porque o processo baixou a inquérito, ainda atacou o agente da PSP que tentou travar as agressões. O polícia foi obrigado a fazer uso de gás-pimenta e da “força física estritamente necessária”.

As agressões ocorreram logo pelas 08h00. O agente da PSP acabara de chegar ao turno na estação do Rossio quando um cidadão o alertou para as agressões já em curso ao vigilante, junto à zona de pórticos de validação de bilhetes, na zona não paga.

A vítima era pontapeada no chão e o agressor não parou quando lho foi ordenado, antes “reagiu agressiva e ostensivamente contra o polícia”. O gás-pimenta “não surtiu qualquer efeito” e o homem, “visivelmente transtornado e agressivo”, feriu o polícia com arranhões num braço.

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