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Acordo para matar trama jovem homicida

Vítima foi degolada e enterrada em horta.

16 de junho de 2016 às 08:24

O Tribunal da Relação de Guimarães rejeitou o recurso apresentado por Emanuel Brito, um dos três arguidos condenados pela morte de Catarina Rodrigues, no Peso da Régua.Os juízes desembargadores mantiveram a pena de 18 anos de cadeia, dando como provado que Emanuel acordou com os dois cúmplices matar a jovem, de 22 anos, em dezembro de 2013. A vítima foi enterrada numa horta e o cadáver descoberto 10 meses depois.

Os magistrados rejeitaram também o recurso do Ministério Público, que pedia penas mais pesadas. Além de Emanuel, participaram no crime Johnny Carvalho e Frederico Teixeira, ambos condenados a 17 anos e meio de cadeia.

Emanuel dizia no recurso que não teve intervenção direta na morte da jovem, que era ex-companheira de um seu irmão. Alegava que só a agrediu, que foi Johnny que a estrangulou e Frederico que a degolou.Os juízes consideraram que todos os arguidos são igualmente responsáveis, uma vez que existiu no local do crime um acordo para matar. Emanuel levou uma pena mais pesada, pois foi ainda punido por tráfico de droga.

Os homicidas, que têm entre 20 e 24 anos, mataram Catarina porque temiam que a jovem revelasse que Emanuel traficava droga e que contasse que tinha mantido relações sexuais com ele e também com Johnny. Estão todos na cadeia.

Ao CM, Cristina Mota Carvalho, advogada de Emanuel, disse que ainda não sabe se irá recorrer da decisão.

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