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Advogada que recusou defender Sócrates disse em 2011 que gostava muito de o conhecer e que o achava inteligente

Tribunal já mandou nomear outro advogado oficioso.

Atualizado a 06 de janeiro de 2026 às 11:47
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Advogada que recusou defender Sócrates disse em 2011 que gostava muito de o conhecer e que o achava inteligente

Inês Louro, a advogada oficiosa de José Sócrates, recusou representar o antigo primeiro-ministro invocando “Objeção de Consciência” para não ficar no processo. A advogada, que chegou a ser eleita vereadora pelo Chega, diz ter posições contrárias ao arguido, e já assumidas publicamente, que a impedem de o representar.

Apesar de ter tomado esta posição, em 2011 Inês Louro admitiu, numa entrevista ao 'O Mirante', que gostaria de conhecer melhor José Sócrates e que o tinha "como uma pessoa inteligente, competente e com uma personalidade forte".

A advogada foi convocada pelo tribunal para representar Sócrates, esta terça-feira, no julgamento da Operação Marquês depois de José Preto, advogado do antigo primeiro-ministro, ter entregue na segunda-feira uma declaração médica ao tribunal. José Preto terá uma pneumonia, segundo apurou o CM.

O tribunal mandou nomear outra advogada oficiosa, Ana Velho. No entanto, a advogada pediu dispensa. “Atendendo à complexidade do processo, o arguido nem sequer estar presente, não é por falta de vontade, mas solicito a suspensão do patrocínio", disse Ana Velho.

A juíza suspendeu o julgamento por 5 dias, será retomado no dia 13 de janeiro. 

Publicada originalmente a 06 de janeiro de 2026 às 10:20

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