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Ameaça de bomba em avião da Ryanair que aterrou em Lisboa

Foi realizada uma "vistoria de segurança" por polícias da Unidade Especial de Polícia para verificar a existência de algum objeto suspeito ou engenho explosivo na aeronave, que não se confirmou.

Atualizado a 06 de novembro de 2026 às 12:36
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Ameaça de bomba em avião da Ryanair que aterrou em Lisboa

Uma ameaça de bomba a bordo foi detetada num avião da Ryanair, que partiu de Roma e tinha como destino Lisboa. A ameaça era referente ao voo que essa aeronave iria operar a seguir, com destino a Roma. O voo proveniente do Aeroporto Fiumicino aterrou em Lisboa às 07h54 desta sexta-feira. 

Num comunicado divulgado esta sexta-feira, a Polícia de Segurança Pública (PSP) informou que "recebeu uma comunicação através dos mecanismos de cooperação policial internacional, relativa a uma ameaça de bomba dirigida ao voo FR8197, da companhia aérea Ryanair, com partida do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, e destino a Roma, Itália".

No entanto, a informação foi recebida pelas 7h20, quando a aeronave que iria operar aquele voo ainda não tinha aterrado em Lisboa. Ao que o CM apurou, esse avião aterrou em Lisboa às 7h54 desta sexta-feira. 

A PSP desencadeou os procedimentos de segurança previstos para situações deste tipo, em coordenação com a gestora aeroportuária, a companhia aérea em causa e outras entidades competentes.

Quando o avião aterrou em Lisboa, antes de realizar o voo para Roma, foi realizada uma "vistoria de segurança" por polícias da Unidade Especial de Polícia (UEP) para verificar a existência de algum objeto suspeito ou engenho explosivo na aeronave. No entanto, a PSP declara um "resultado negativo", não tendo sido detetada "qualquer anomalia ou objeto suspeito".

Como medida adicional, também foi pedido que todos os passageiros que iriam embarcar para Roma no voo FR8197 e a respetiva bagagem "fossem novamente submetidos aos procedimentos de rastreio de segurança antes do embarque", lê-se no comunicado.

A PSP garante que "manteve, desde o primeiro momento, uma estreita articulação com a Polícia Judiciária, designadamente no âmbito da cooperação policial internacional, bem como com a Autoridade Nacional da Aviação Civil, a entidade gestora aeroportuária e a companhia aérea envolvida".

As autoridades continuam a investigar a ocorrência, não avançando, para já, com mais informações, sob o risco de comprometer a investigação.

Recorde-se que, esta quinta-feira, e vários tiveram de divergir para outros aeroportos. Um dos voos foi o FR8953 da Ryanair que partiu do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto. 

Publicada originalmente a 06 de novembro de 2026 às 09:16

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