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Armas roubadas em Tancos estiveram escondidas na casa da avó de um suspeito

Único civil detido escondeu as armas a cerca de 35 quilómetros dos paióis.

29 de setembro de 2018 às 16:29

Enquanto estiveram desaparecidas, as armas roubadas dos paióis de Tancos estavam na propriedade da avó do principal suspeito do roubo. A senhora vive em Portela de Carregueiros, Tomar, a cerca de 35 quilómetros de Tancos.

Foi neste local que os membros da Polícia Judiciária Militar e os do Núcleo de Investigação da GNR estiveram reunidos um dia antes de as armas terem sido descobertas na Chamusca, de acordo com o Diário de Notícias. As autoridades chegaram a essa conclusão ao cruzar os registos das antenas de telemóvel.

O principal suspeito do roubo é um ex-fuzileiro de Albufeira de 32 anos, chamado João Paulino, indica a mesma fonte. Um dos seus amigos de infância era um guarda de Loulé. As armas foram transportadas de Tomar para a Chamusca através de uma carrinha da Polícia Judiciária Militar.

O Tribunal de Instrução Criminal decretou que apenas o director da PJ Militar ficaria em prisão preventiva. Luís Vieira invocou o interesse nacional para justificar a encenação do aparecimento das armas.

Os outros detidos ficaram em liberdade sujeitos a termo de identidade e residência, proibição de contacto com outros arguidos, e suspensão de funções.

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