Cabecilhas de rede de tráfico humano condenados a 16 anos de prisão

Hugo Machado, advogado, foi absolvido de todas as acusações. Dos 26 arguidos, 16 foram condenados.
Por Lusa|17.04.18
O Tribunal de Loures condenou esta terça-feira a penas efetivas entre seis e 16 anos de prisão 13 dos 26 arguidos acusados de pertencerem a uma rede que traficava pessoas da Roménia e da Bulgária para Portugal para exploração laboral.

O tribunal aplicou pena suspensa de cinco anos a uma das arguidas, condenou um arguido ao pagamento de 800 euros por posse ilegal de arma, enquanto outros dois arguidos foram condenados por lenocínio (incentivo à prostituição com fins lucrativos) a penas até ano e meio de prisão, mas como ambos estavam em prisão preventiva -- tendo já cumprido a pena hoje determinada - foram postos em liberdade.

Na leitura do acórdão, que decorreu no Tribunal de Monsanto, em Lisboa, à semelhança de todo o julgamento (que decorreu à porta fechada), por questões de segurança, o coletivo de juízes absolveu nove dos 26 arguidos dos crimes de associação criminosa e de tráfico de pessoas, incluindo quatro cidadãos portugueses, um deles advogado.

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