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Cai "acordo de impunidade" com principal ladrão dos paióis de Tancos

Relação de Évora manteve ainda assim o crime de favorecimento pessoal e essa pena parcelar.

07 de maio de 2026 às 01:30

O Tribunal da Relação de Évora fez cair a tese de um "acordo de impunidade" entre o principal ladrão dos paióis de Tancos do Exército, o ex-fuzileiro João Paulino, e quatro elementos da Polícia Judiciária Militar (PJM) e três da GNR; no que teria sido a combinação, dada como provada em primeira instância no Tribunal de Santarém, de que Paulino não seria chamado à Justiça pelo assalto de junho de 2017, e em contrapartida devolveu o armamento furtado - numa operação de fachada da PJM à revelia do Ministério Público e da Unidade Nacional Contraterrorismo da PJ que conduziam o inquérito ao assalto aos paióis. Apesar da eliminação desse "acordo de impunidade" dos factos provados, os juízes desembargadores mantiveram a condenação pelos crimes de favorecimento pessoal por funcionário associados - mantendo essas penas parcelares intocadas.

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