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Correio da Manhã

Portugal
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Câmara de Sintra exige obras "urgentes" na EN247 em Galamares

Circulação automóvel está condicionada desde novembro devido à queda de um muro.
Lusa 6 de Abril de 2018 às 16:32
O presidente da Câmara de Sintra, Basílio Horta
Capacete de obras
O presidente da Câmara de Sintra, Basílio Horta
Capacete de obras
O presidente da Câmara de Sintra, Basílio Horta
Capacete de obras
O presidente da Câmara Municipal de Sintra, Basílio Horta (PS), exigiu esta sexta-feira a realização de obras urgentes na EN247, na zona de Galamares, onde desde novembro a circulação automóvel tem estado condicionada devido à queda de um muro.

A travessia nesta estrada nacional (EN) - que liga a vila de Sintra à freguesia de Colares, no distrito de Lisboa - tem estado a ser feita apenas por uma via (semaforizada), situação que tem originado "enormes filas de trânsito".

"Desesperados pelo arrastar desta situação" e em protesto, um grupo de utilizadores desta via tentou esta manhã cortar a estrada, tendo sido demovidos pelo presidente do município, que se deslocou ao local para mostrar a sua solidariedade.

"O que se passa nesta estrada desde novembro é inexplicável. É uma estrada utilizada diariamente por milhares de pessoas, nas suas deslocações para Colares, Praia Grande, Praia das Maçãs e Azenhas do Mar, que veem assim a sua vida a ser bastante prejudicada", sublinhou o autarca à agência Lusa, relatando situações em que as filas ultrapassam os oito quilómetros.

Basílio Horta referiu que a autarquia manifestou "desde a primeira hora disponibilidade para realizar a obra de recuperação do piso", mas que essa intenção "foi impedida pelas Infraestruturas de Portugal (IP), entidade que detém a responsabilidade pela via.

"Quando caiu o muro nós dissemos que fazíamos a obra, mas a IP entendeu que deviam ser eles a fazer. Muito bem, mas desde novembro que temos vindo a alertar que aquilo é uma situação que não se pode manter", apontou.

O autarca estima que a intervenção represente um investimento de cerca de 30 ou 40 mil euros.

"Se aquilo fosse propriedade da Câmara tínhamos lá as máquinas passadas 24 horas. Estamos a falar de uma obra de 30, 40 mil euros que não tem qualquer significado", assegurou.
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