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MICRONOVELA

Herança de sangue Há heranças que não se escolhem.

Crime de Tancos foi planeado entre amigos à mesa de um pequeno restaurante em Sete Rios

Saiba como foi preparado o grande crime que saiu de uma reunião entre três amigos que viviam separados pela distância.

31 de maio de 2019 às 12:38

Sentados à mesa de um pequeno restaurante da zona de Sete Rios, em Lisboa, os três homens almoçavam calmamente, como se fosse uma reunião de três amigos que viviam separados pela distância.

Dois deles, Paulo Lemos e Fernando Guimarães, tinham viajado nessa manhã, 10 de março de 2017, de autocarro, do Algarve para Lisboa. À sua espera no terminal tinham João Paulino.

Fora este que tomara a iniciativa para o encontro e pedira a Fernando Guimarães, um seu antigo camarada dos fuzileiros, para trazer Paulo Lemos - que seria, na ótica de João Paulino, uma peça fundamental do plano que tinha em mente e que seria revelado à mesa do restaurante: assaltar os paióis nacionais de Tancos. 

O relatório preliminar da Comissão Parlamentar de Inquérito ao furto dos paióis de Tancos é divulgado esta sexta-feira.

Saiba mais na Sábado.

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