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Detido o terror das farmácias

Um homem de 37 anos foi detido pela Polícia Judiciária de Braga, após uma sequência de assaltos à mão armada em farmácias do Minho. Nas últimas semanas, o ‘Solitário’ terá levado mais de dois mil euros das caixas registadoras e também alguns telemóveis. Num dos assaltos disparou sobre o funcionário, ferindo-o de raspão.

08 de maio de 2007 às 00:00

Já condenado por outros furtos à mão armada, o suspeito – que vai aguardar julgamento em prisão preventiva – actuava sempre sozinho, de gorro na cabeça, com luvas e uma pistola na mão. Em dois minutos, no máximo, limpava as caixas registadoras e fugia a pé, em direcção a um carro roubado, que deixava estacionado a algumas dezenas de metros de distância.

O método apenas falhou em Castelo de Neiva, Viana do Castelo, a 30 de Abril, quando o suspeito – residente em Barcelos – foi surpreendido pela resistência do funcionário da farmácia Brás Marques e disparou um tiro, que atingiu de raspão Alfredo Almeida. O assaltante optou então por se pôr em fuga sem dinheiro e suspendeu a actividade criminosa durante o resto da semana passada.

No entanto, a movimentação dos carros roubados em Braga – um Citroen e um BMW – e os telemóveis roubados ajudaram o Departamento de Investigação Criminal de Braga da PJ a localizar o suspeito, surpreendido em casa ainda na posse de um dos carros roubados, uma pistola de calibre 6.35 mm. e o gorro supostamente usado nos assaltos.

QUERIA DINHEIRO E TELEMÓVEIS

A série de assaltos realizada nas últimas semanas levou a que o ‘Solitário’ – conforme é designado pela Polícia Judiciária em comunicado emitido ontem – fosse já referenciado como “o terror das farmácias do Minho”. É apontado como suspeito de assaltos a farmácias em Guimarães, Marinhas (Esposende) e em Castelo de Neiva e Barroselas (no concelho de Viana do Castelo). Em todos os casos, mediante ameaça de pistola, obrigou os funcionários a deitarem-se no chão e a entregarem os telemóveis – apesar de não danificar a linha do telefone fixo. Levava ainda o dinheiro das caixas registadoras, cujos montantes oscilavam entre os 500 e os 700 euros.

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