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MICRONOVELA

Herança de sangue Há heranças que não se escolhem.

Dois guardas prisionais agredidos em serviço em cadeias de Lisboa

Dirigente do Sindicato da Guarda Prisional diz “que as agressões a guardas sucedem-se devido à falta de castigos reais”.

06 de maio de 2023 às 08:00

Um guarda da cadeia anexa à Polícia Judiciária (PJ), em Lisboa, e uma colega da prisão feminina de Tires, em Cascais, foram agredidos em serviço.

Na prisão junto à sede da PJ, um preso de 35 anos, suspeito de roubos e agressões na zona do Aeroporto de Lisboa, deu um murro num olho do guarda à entrada da cela, pelas 12h00 de quinta-feira. A vítima foi hospitalizada e o recluso foi transferido para a cadeia de alta segurança de Monsanto.

Pelas 19h00 do mesmo dia, uma reclusa apertou os braços a uma guarda que distribuía a medicação na prisão feminina de Tires. A vítima precisou também de hospitalização e vai ficar de baixa. A reclusa está em castigo disciplinar.

Frederico Morais, dirigente do Sindicato da Guarda Prisional, disse ao CM “que as agressões a guardas sucedem-se devido à falta de castigos reais”.

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