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Correio da Manhã

Portugal
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Dois meses para concluir investigação sobre incêndio de Pedrógão Grande

Presidente da Câmara de Figueiró dos Vinhos e o ‘ex’ de Castanheira de Pera arguidos.
Isabel Jordão 21 de Junho de 2018 às 08:50
Pedrógão Grande
Pedrógão Grande
Pedrógão Grande
O Ministério Público de Leiria espera concluir a investigação ao incêndio de Pedrógão Grande no prazo de dois meses.

Esta semana foram constituídos mais três arguidos, entre os quais Fernando Lopes, na altura presidente da Câmara de Castanheira de Pera, e Jorge Abreu, que se mantém como presidente da Câmara de Figueiró dos Vinhos.

"O processo tem neste momento 13 arguidos, todos pessoas singulares", refere uma nota da Procuradoria da Comarca de Leiria publicada na internet, acrescentando que "estão em causa factos suscetíveis de integrarem os crimes de homicídio por negligência e ofensas corporais por negligência".

Ao longo de quase um ano foram ouvidas duas centenas de testemunhas e o inquérito encontra-se em "avançado estado de investigação, sendo previsível a conclusão no prazo de dois meses", refere a mesma nota.

São também arguidos José Graça, ex-vice-presidente da Câmara de Pedrógão Grande; Margarida Gonçalves, da Proteção Civil, e António Castanheira, encarregado geral da mesma autarquia. Juntam-se aos comandantes Mário Cerol, Sérgio Gomes e Augusto Arnaut e aos funcionários da Ascendi e de empresas responsáveis pela limpeza das bermas.
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