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Domingos Farinho, o escritor-fantasma de José Sócrates, acusado de vários crimes

Ministério Público acusou-o de dois crimes de burla qualificada, abuso de poder e falsificação de documento.

04 de fevereiro de 2020 às 18:39

Domingos Farinho, o escritor-fantasma de José Sócrates, foi acusado de ter violado o regime de exclusividade enquanto professor da faculdade de direito e de se ter apropriado de mais de 10 mil euros de fundos públicos.

O Ministério Público acusou-o de dois crimes de burla qualificada, abuso de poder e falsificação de documento.

A sua mulher, a advogada Jane Kirby, está igualmente acusada do crime de falsificação em regime de co-autoria. Estão em causa pagamentos de cerca de 53.900 euros que terão sido feitos a Farinho entre janeiro e novembro de 2014 como alegada contrapartida por ter colaborado na elaboração tese de doutoramento de ciência política que José Sócrates nunca chegou a apresentar na faculdade francesa Science Po, em França.

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