Dor de Sandra no funeral da filha e da mãe assassinadas pelo 'monstro' do Seixal

Padre fala em Justiça divina para quem não teve Justiça na terra e diz que ninguém tem o direito de tirar uma vida.
10.02.19
Ninguém tem o direito de tirar uma vida e de cometer estes atos tão extremos." Palavras do padre Geraldo proferidas este sábado na despedida à pequena Lara, de dois anos, e à sua avó, Helena Cabrita, assassinadas por Pedro Henriques, que esfaqueou a sogra e asfixiou a filha.

As cerimónias fúnebres decorreram com a presença de centenas de pessoas que ampararam a mãe da criança, Sandra, e o avô da menina, Rui Cabrita. O cortejo saiu da capela mortuária da Igreja Nosso Senhor do Bonfim, em Foros de Amora, no Seixal, onde os corpos foram velados, para o cemitério da Amora.

Balões e muitas lágrimas nas cerimónias fúnebres de avó e neta assassinadas no Seixal
"Não foi possível fazer Justiça na terra, mas a Justiça divina existe e todos nós teremos de comparecer no tribunal de Deus e responder pelos nossos atos. E lá as contas serão acertadas", frisou o sacerdote na homilia, dirigindo-se, especificamente, aos amigos e familiares das vítimas: "Podem agora estar fisicamente com Rui e Sandra para dizerem que estão a seu lado neste momento e solidários com a sua dor."

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