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Encontra ossadas de homem morto em 1999

António Vilaça desapareceu, em Braga, quando tinha 64 anos.

02 de outubro de 2015 às 21:02

"Como é que pode ser? Foi há tantos anos. Tem mesmo a certeza?", questionava, incrédula, uma filha de António da Rosa Vilaça, desaparecido há 16 anos e cujas ossadas foram encontradas – junto com uma carteira que continha os documentos do homem –, esta quinta-feira de manhã, no monte do Sameiro, no Fojo, em Nogueiró, Braga. A PJ admite que o cenário mais provável será o de morte acidental.

Ainda assim, seguem-se vários exames. Desde logo, recolha de ADN junto da família para confirmação total da identificação. Depois, o estudo das ossadas, para perceber se há algum trauma que justifique suspeitas de crime. E ainda a procura por informação sobre o contexto da vítima na altura do desaparecimento.

O achado macabro foi feito às 09h00, por um popular que ia limpar uma bouça. "Encontrei primeiro o crânio e mais acima o resto dos ossos", contou Manuel Fernandes, que achou ainda roupa e calçado: "A posição das botas impressionou-me. Dá a ideia de ter sofrido uma queda."

A família do homem soube da notícia pelo Correio da Manhã e ficou incrédula. O desaparecimento misterioso, em 1999, de António Vilaça, ex-emigrante em França que tinha 64 anos, ainda foi investigado. "Ele sofria de depressão e chegou a pensar-se que teria ido para França", referiu o autarca de Nogueiró, João Tinoco.

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