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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Entram por tecto e levam uísque

Os armazéns do Algartalhos têm sido alvo regular de assaltos desde há dois anos, contabilizando "dezenas de milhares de euros em prejuízos". O último foi ontem de madrugada e os ladrões levaram cerca de 40 caixas de garrafas de uísque. <br/><br/>

06 de novembro de 2012 às 01:00

"Já estou desesperado, não sei o que fazer porque cada vez desaparecem mais coisas dos armazéns", desabafou ao CM Renato Viegas, um dos proprietários da rede de supermercados algarvia Algartalhos, cujos armazéns – que abastecem os 21 estabelecimentos espalhados pela região – têm sido alvo de assaltos regulares.

A última ocorrência foi ontem, às 04h02, hora a que disparou o alarme do armazém situado na estrada da Galvana, no Areal Gordo, em Faro. "Vieram pelas traseiras do armazém, onde há uns terrenos cultivados, e entraram pelo telhado, onde retiraram os parafusos das placas. Roubaram, pelo menos, umas 40 caixas de garrafas de uísque", conta o empresário, avaliando o prejuízo em cerca de mil euros.

No entanto, quando contabiliza os muitos assaltos, o prejuízo já atinge as "dezenas de milhares de euros". Furtos não só a este armazém, como nos outros dois da firma: na Zona Industrial do Areal Gordo e no caminho das Canas Verdes, Quelfes, Olhão.

"Faço queixa à GNR, mas não há impressões digitais, não há pistas e cai tudo em saco roto", queixa-se Renato Viegas, realçando que estes furtos estão a "fragilizar a empresa, que emprega 312 pessoas, numa altura de crise económica".

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