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“Estão a matar a vida a estes pescadores”

Presença regular de toxinas têm impedido a apanha de bivalves e deixam barcos em terra.
Por Tiago Griff|11.08.18
Há mais de três meses que as embarcações da pesca da ganchorra da Fuseta, no concelho de Olhão, estão em terra devido ao defeso e às constantes interdições - pela presença de toxinas - deixando estes pescadores sem qualquer outro tipo de rendimento.

"Há vários meses que não vou ao mar com o barco. Digam-me como é que eu consigo sobreviver? Estão a matar esta vida a estes pescadores", desabafa, ao CM, Joaquim Sousa, proprietário da embarcação ‘Aida Suzana’, uma das 10 da Fuseta dedicadas à pesca da ganchorra.

O reformado, de 79 anos, mas pescador "desde sempre", critica o excesso da proibição de apanha de bivalves - neste caso as conquilhas e amêijoa branca - que tem estado ativa com regularidade naquela zona devido à presença de toxinas reveladas em análises divulgadas pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera.

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