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Loja destruída por fogo violento em Lisboa

Pelo menos uma pessoa foi assistida. Fogo deflagou em armazém junto à Gare do Oriente.

15 de janeiro de 2018 às 18:43
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2 - incêndio lisboa

Um incêndio de grandes proporções deflagrou esta segunda-feira à tarde na loja chinesa Maxina, na Avenida de Berlim, junto à Gare do Oriente, em Lisboa. O edifício foi completamente consumido pelas chamas e pelo menos uma pessoa teve de ser assistida por inalação de fumo.

No local estão 36 operacionais, apoiados por 14 viaturas. De acordo com uma fonte do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa, o fogo foi dominado às 19h47.

Junto à loja, onde deflagrou o incêndio, há prédios localizados a menos de 15 metros. Fonte dos Bombeiros Sapadores garantiu ao CM que o fogo está circunscrito.

O alerta foi dado às 18h15 desta segunda-feira por um bombeiro que passava no local.

É esta a loja que está a arder nos Olivais. https://t.co/klalskdxJJ pic.twitter.com/hsu1IV2Xy2

O incêndio que deflagrou esta segunda-feira à tarde num armazém em Lisboa terá tido origem "num curto-circuito" que depressa se alastrou devido ao "material inflamável e têxtil" existente no edifício, disse à Lusa a presidente da Junta dos Olivais.

A presidente da Junta de Freguesia dos Olivais, Rute Lima, falava à agência Lusa no local do incêndio, na Avenida de Berlim, nos Olivais, em Lisboa, após ter recolhido informações junto da "Proteção Civil".

De acordo com Rute Lima, até cerca das 20h00, os bombeiros não conseguiram entrar no armazém "devido à densidade" do fumo.

Questionada sobre a possibilidade de pessoas habitarem no armazém/loja de produtos chineses, a autarca não soube precisar, revelando apenas ter conhecimento da existência " de uma cozinha", utilizada pelos trabalhadores para "a preparação de refeições".

Rescaldo pode durar até manhã de terça-feira

O incêndio que deflagrou ao final da tarde desta segunda-feira, nos Olivais, em Lisboa, destruiu totalmente uma loja de produtos chineses e a fase de rescaldo deve durar "até à manhã de terça-feira", segundo o comandante dos bombeiros.

O comandante do Regimento de Sapadores Bombeiros (RSB) de Lisboa, Pedro Patrício, disse no local à agência Lusa que o armazém "ardeu totalmente", que no seu interior havia "produtos inflamáveis", acrescentando que a fase de rescaldo do incêndio, dominado às 19h47, deverá demorar várias horas, possivelmente até à manhã de terça-feira.

Este responsável referiu que foi "aconselhado" aos moradores dos edifícios nas proximidades da loja que saíssem das suas habitações e que fechassem as janelas, devido à intensa nuvem de fumo, que, pelas 20h15, ainda se verificava no local.

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