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Jurada está proibida de contactar Lalanda e Castro

Elsa Morgado terá beneficiado a farmacêutica Octapharma no concurso do sangue para os hospitais portugueses.

21 de fevereiro de 2017 às 08:37

Suspeita de ter recebido meio milhão de euros de Paulo Lalanda e Castro, Elsa Morgado está agora proibida de contactar com o antigo patrão da farmacêutica Octapharma em Portugal. Esta foi a medida de coação aplicada por um juiz de instrução criminal no final da semana passada, no Campus da Justiça, em Lisboa, depois de ouvir a arguida.

Elsa Morgado não pode igualmente contactar os restantes arguidos do caso Máfia do Sangue, nomeadamente Luís Cunha Ribeiro – ex-presidente do INEM e da Administração Regional de Saúde (ARS) de Lisboa e Vale do Tejo – e ainda dois advogados, um dos quais Farinha Alves.

Elsa Morgado terá recebido os 500 mil euros, enquanto representante da Associação Portuguesa de Hemofilia, quando foi uma das juradas no concurso público em que a Octapharma ganhou o exclusivo do fornecimento de plasma sanguíneo aos hospitais portugueses.

Este montante terá sido pago ao longo dos últimos 16 anos – o concurso foi em 2000 –, num caso que é agora investigado pela Unidade Nacional de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária.

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