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Justiça acusa ex-governante no caso dos colégios GPS

Sete arguidos julgados por desvio de 30 milhões de euros.

24 de março de 2018 às 10:31

O Ministério Público acusou Manuel Canavarro, ex-secretário de Estado Adjunto e da Administração Educativa entre 21 de julho de 2004 e 12 de março de 2005, e José de Almeida, ex-diretor regional de Educação de Lisboa entre 29 de setembro de 2004 e 26 de maio de 2005, de corrupção passiva no caso dos colégios do Grupo GPS. Em conjunto com cinco administradores do Grupo GPS, são suspeitos de terem desviado 30 milhões de euros.

António Calvete, presidente do Grupo GPS e ex-deputado do PS entre 1999 e 2002, e mais quatro administradores do Grupo GPS foram acusados de corrupção ativa, peculato, falsificação de documento agravada, burla qualificada e abuso de confiança qualificado.

Os outros administradores do Grupo GPS acusados são Manuel Madama, Fernando Catarino, ambos ainda em funções, António Madama, que renunciou ao cargo em novembro de 2016, e Agostinho Ribeiro.

Segundo a acusação do Ministério Público, José Manuel Canavarro e José de Almeida terão favorecido, no exercício das respetivas funções, interesses do Grupo GPS e seus administradores, ao vincularem o Estado a celebrar contratos de associação com o Grupo GPS, que detém vários colégios privados.

Os sete acusados tinham montado um "esquema de empréstimos e de faturação, gerando fluxos financeiros entre contas bancárias de empresas do grupo, permitindo a saída camuflada do dinheiro".

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