Correio da Manhã
JornalistaFundão ativou Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil
A Câmara do Fundão, distrito de Castelo Branco, ativou hoje o Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil, devido aos incêndios que lavram no vizinho concelho da Covilhã e que estão na "iminência de entrar" no seu território.
"Os incêndios de grandes proporções não dominados que lavram no concelho da Covilhã e que se encontram na iminência de entrar no concelho do Fundão, e do qual podem resultar danos para as populações, bens e ambiente, justificam a adoção imediata de medidas excecionais de prevenção, planeamento e informação", justificou a autarquia em comunicado divulgado nas redes sociais.
Segundo a nota, a Comissão Municipal de Proteção Civil deliberou, por unanimidade, ativar o Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil a partir das 00:00 de hoje.
Câmara da Covilhã emite alerta de confinamento para 10 freguesias do concelho
A Câmara da Covilhã lançou no domingo à noite um alerta de confinamento para 10 freguesias, onde aconselha as populações a ficar em local seguro face à extensão e gravidade das frentes de fogo que lavram no concelho.
Numa nota, o município da Covilhã, no distrito de Castelo Branco, solicita às populações que se "mantenham em confinamento nas suas freguesias" e escolham um "local seguro para permanecer".
A autarquia pede ainda para que evitem circular nas estradas das freguesias de Aldeia de São João de Assis, São Jorge da Beira, Sobral de São Miguel, Unhais da Serra, Cortes do Meio, Ourondo, Erada, Paul, Dominguizo e Barco/Coutada.
No domingo à noite, o presidente da Câmara da Covilhã manifestou "profunda consternação e pesar" pela morte do bombeiro do concelho que se deslocava para a frente de fogo junto à Aldeia de São Francisco de Assis e decretou três dias de luto municipal, a partir de hoje.
Fogo em Mirandela alastra até Vila Flor e aproxima-se de casas
Um incêndio que deflagrou na tarde de domingo em Mirandela, no distrito de Bragança, tem "três frentes ativas" e já chegou ao concelho de Vila Flor, aproximando-se de casas em Macedinho, segundo a Proteção Civil.
Em declarações à Lusa, o comandante sub-regional de Trás-os-Montes da Proteção Civil, Noel Afonso, indicou que o fogo tem esta noite "três frentes ativas", uma em Macedinho, concelho de Vila Flor, também no distrito de Bragança, onde já estão posicionados operacionais para fazer o combate às chamas, e outras duas em Freixeda e em Marmelos, já no concelho Mirandela.
Segundo o comandante, a situação mais preocupante é na aldeia de Macedinho, uma vez que há habitações que poderão estar em perigo.
O fogo deflagrou pelas 16:00 de domingo no município de Mirandela, atingindo mato junto às aldeias de Frechas, São Pedro de Vale do Conde e Valverde da Gestosa. Pelas 23:00, entrou no concelho vizinho, Vila Flor.
De acordo com as informações disponíveis na página da Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), pelas 00:10 o fogo mobilizava 128 operacionais, apoiados por 42 viaturas.
Portugal continental tem sido afetado por múltiplos incêndios rurais desde julho, sobretudo nas regiões Norte e Centro, num contexto de temperaturas elevadas que motivou a declaração do estado de alerta desde 02 de agosto.
Os fogos provocaram dois mortos, incluindo um bombeiro, e vários feridos, na maioria sem gravidade, e destruíram total ou parcialmente casas de primeira e segunda habitação, bem como explorações agrícolas e pecuárias e área florestal.
Portugal ativou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil, ao abrigo do qual deverão chegar, na segunda-feira, dois aviões Fire Boss para reforço do combate aos incêndios.
Segundo dados oficiais provisórios, até 17 de agosto arderam 172 mil hectares no país, mais do que a área ardida em todo o ano de 2024.
Lusa
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Autarca diz que é "humanamente impossível" parar fogo no Sabugal
O fogo que lavra desde sexta-feira no Sabugal, no distrito da Guarda, "não está controlado, nem pouco mais ou menos" e continua a consumir mato e a ameaçar aldeias, disse à Lusa o presidente da Câmara, Vítor Proença.
"Já passou para Vale das Éguas, subiu para a Ruvina, Ruivós, Nave, Valongo do Côa, isto num incêndio. Na Bendada continua muito complicado, já estava em Águas Belas, O fogo não está controlado, nem pouco mais ou menos", admitiu o autarca, em declarações à Lusa esta noite.
Segundo Vítor Proença, a situação agravou-se ao longo da tarde devido à força do vento.
"O vento complicou tudo, é o nosso pior inimigo. Com esta intensidade de vento não temos hipóteses, é uma coisa do outro mundo, abismal", salientou, acrescentando que "o problema deste incêndio é que tem várias frentes e distantes, em pontos diferentes" do concelho.
Desta forma, acrescentou, "é humanamente impossível travar as chamas".
Vítor Proença deixou ainda elogios ao trabalho dos populares nestes fogos, considerando que têm sido eles "a resolver as coisas".
"São eles, sem dúvida, os heróis, porque têm tido um papel importantíssimo e fundamental no combate aos fogos no Sabugal. Se não fossem eles isto tinha sido uma tragédia, pois não há meios num país que está a arder", realçou.
Admitindo não saber quantas frentes tem neste momento o fogo, o autarca escusou-se a fazer previsões.
"Vamos ver se durante a noite as coisas se acalmam, isto já tem não sei quantas frentes, já é só proteger pessoas e bens, o resto é deixar arder", assumiu Vítor Proença.
Lusa
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Fogo na Lousã mantém-se em vigilância sem frentes ativas
O incêndio florestal que deflagrou quinta-feira na Lousã e se estendeu a Góis, concelhos do distrito de Coimbra, mantinha-se este domingo ao início da noite sem frentes ativas, mas em operações de vigilância a reacendimentos, disse o presidente do município.
Ouvido pela Lusa, Luís Antunes enalteceu o trabalho feito pelos operacionais no terreno ao longo deste domingo, que permitiu dominar, também com recurso a meios aéreos, vários reacendimentos, um na zona de Serpins, outro na zona de Góis e outro ainda no alto da serra, junto ao Trevim.
Apesar de não ter frentes ativas, o incêndio mantinha-se "em curso" pelas 21:00, na página da Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, estando no terreno 432 operacionais, apoiados por 139 viaturas.
"Tivemos muito trabalho, mas até ao momento foi tudo controlado. Há um ponto de consolidação que merece mais atenção, no cimo da serra, mas [o incêndio] está nessa fase de trabalhos", afirmou o autarca.
Ainda segundo Luís Antunes, o incêndio mantém-se "em curso" pelo comando operacional, devido a umas reativações "mais intensas" do lado do município de Góis.
O presidente da Câmara disse ainda esperar que a noite deste domingo possa contribuir para que o incêndio da Lousã -- que começou na encosta da serra acima da localidade de Candal e levou à evacuação, por precaução, de mais de uma dezena de povoações -- seja finalmente resolvido na segunda-feira, cinco dias depois de se ter iniciado.
"Esperamos bem que sim [que seja resolvido]. Para que, de manhã, tenhamos uma perspetiva ainda mais positiva do que a de hoje", notou.
Lusa
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Tarouca com três frentes ativas na direção da serra de Santa Helena
O incêndio que deflagrou na tarde de sábado em Tarouca está com três frentes ativas e a descer uma encosta na direção à serra de Santa Helena, disse à agência Lusa o comandante dos bombeiros.
"Está a arder com bastante intensidade e com três frentes enormes, tenho pouquíssimos meios terrestres e a esta hora já nem meios aéreos", disse à agência Lusa perto das 20:30 o comandante dos Bombeiros Voluntários de Tarouca, Humberto Sarmento.
Segundo o comandante, este incêndio surgiu na sequência de um outro, "que já está ultrapassado, mas chegou a uma outra encosta de acessos também muito difíceis, com quilómetros de frente, e está numa encosta, com a serra de Santa Helena à frente, na encosta da frente".
"Não há localidades em perigo, mas o incêndio vai na linha das aldeias de Vilarinho, de Valverde e Mondim da Beira. É nesta zona que o incêndio está, sem ter saído do concelho", afirmou.
O alerta para o incêndio de Vilarinho, na freguesia de São João de Tarouca, concelho de Tarouca, distrito de Viseu, aconteceu pelas 19:00 de sábado.
Pelas 20:45 deste domingo, combatiam o fogo 125 operacionais apoiados por 39 veículos, segundo a página oficial na Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).
Lusa
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Complexo do fogo Sátão/Trancoso entra em resolução
O incêndio que teve início nos fogos de Sátão e Trancoso entrou este domingo em resolução, pelas 22h00, mas 90% do dispositivo continuará no terreno, disse à Lusa o comandante Sub-regional do Médio Tejo, David Lobato.
"Neste momento, às 22h00, o complexo de incêndios de Sátão/Trancoso, que afeta um total de 11 municípios, foi dado em resolução", referiu David Lobato.
David Lobato falava à agência Lusa no final do 'briefing' em que ficou decidida a resolução do incêndio que tem "todas as frentes em rescaldo, em consolidação de rescaldo e com vigilância".
"Não vamos retrair qualquer tipo de meios. Os que são necessários noutras frentes, uma vez que estamos com outros grandes incêndios aqui à volta, vão sair, mas vamos manter praticamente 90% dos efetivos que estão", adiantou.
Este incêndio teve origem em dois fogos -- Sátão (distrito de Viseu) e Trancoso (distrito da Guarda) -- e na sexta-feira tornou-se um só, que se alastrou a 11 municípios dos dois distritos.
Os 11 municípios são: Sátão, Sernancelhe, Moimenta da Beira, Penedono e São João da Pesqueira (distrito de Viseu); Aguiar da Beira, Trancoso, Fornos de Algodres, Mêda, Celorico da Beira e Vila Nova de Foz Côa (distrito da Guarda).
Segundo o comandante, a segunda-feira ainda se avizinha "complicada, com a entrada de vento e a temperatura praticamente igual" e, por isso, os meios vão manter-se "bastante vigilantes".
David Lobato salientou ainda que, "felizmente, neste incêndio, não houve nada de grave a lamentar", apenas uma bombeira que se magoou num pé, "e não houve danos significativos a registar".
"Houve muitas reativações, bastante trabalho, mas felizmente conseguimos sempre resolver", acrescentou.
O incêndio de Vila Boa, freguesia de Ferreira de Aves, em Sátão, teve alerta às 01:03 de quarta-feira, tendo no mesmo dia chegado aos municípios de Sernancelhe, também no distrito de Viseu, e ao de Aguiar da Beira, distrito da Guarda.
O alerta para o incêndio de Freches, no município de Trancoso, distrito da Guarda, aconteceu há mais de uma semana, no dia 09, às 17h21.
A página oficial na Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) tem os meios distribuídos pelos dois incêndios de origem.
Pelas 22h20, em Sátão estavam mobilizados 623 operacionais, apoiados por 206 veículos, e em Trancoso 388 operacionais, com 126 veículos.
No total, o incêndio mobilizava 1.011 operacionais, apoiados por 332 veículos.
Lusa
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"Situação tranquila" depois de projeção de fogo em Seia
O concelho de Seia está este domingo à noite com uma "situação tranquila" relativamente aos incêndios, mas mantém a vigilância a eventuais reacendimentos em Teixeira e à evolução dos fogos de Arganil e Covilhã, disse o presidente da Câmara.
"Durante a tarde houve uma projeção descontrolada na zona de Teixeira devido ao vento e o fogo seguiu com intensidade para o lado das Pedras Lavradas e Trigais e São Jorge da Beira, já no concelho da Covilhã", afirmou o presidente da Câmara de Seia, Luciano Ribeiro, em declarações à Lusa.
Segundo o autarca do município serrano do distrito da Guarda, o fogo mantém-se no concelho, mas "está a arder com muito menos força".
"Está tudo normal, agora é só voltar a fazer aquele trabalho todo de rescaldo e consolidação para a noite e proteger essas duas aldeias. As previsões apontam para descida da temperatura e aumento da humidade, portanto estamos empenhados em garantir o máximo da segurança das pessoas", declarou.
O fogo que está afetar o concelho de Seia deflagrou na madrugada de quarta-feira em Piódão, no concelho de Arganil, distrito de Coimbra.
De acordo com a informação disponível no 'site' da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), pelas 21:30 o fogo que deflagrou em Arganil mobilizava 1.082 operacionais, apoiados por 366 veículos.
Portugal continental tem sido afetado por múltiplos incêndios rurais desde julho, sobretudo nas regiões Norte e Centro, num contexto de temperaturas elevadas que motivou a declaração do estado de alerta desde 02 de agosto.
Os fogos provocaram dois mortos, incluindo um bombeiro, e vários feridos, na maioria sem gravidade, e destruíram total ou parcialmente casas de primeira e segunda habitação, bem como explorações agrícolas e pecuárias e área florestal.
Portugal ativou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil, ao abrigo do qual deverão chegar, na segunda-feira, dois aviões Fire Boss para reforço do combate aos incêndios.
Segundo dados oficiais provisórios, até 17 de agosto arderam 172 mil hectares no país, mais do que a área ardida em todo o ano de 2024.
Lusa
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José Luís Carneiro pede ao PM que "convoque rapidamente" Comissão Nacional de Proteção Civil
O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, apelou este domingo ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, para que "convoque rapidamente" a Comissão Nacional de Proteção Civil, para garantir "o comando político" do combate ao flagelo dos incêndios florestais.
"O meu apelo é um apelo com gravidade, para que o senhor primeiro-ministro convoque rapidamente a Comissão Nacional de Proteção Civil, tendo em vista garantir a coordenação política e a assunção política, o comando político, do combate a este flagelo que está a confrontar muitas das nossas comunidades locais", disse José Luís Carneiro à agência Lusa, por telefone, a partir do município açoriano de Lajes do Pico, onde se encontra.
Segundo o secretário-geral do PS, nessa Comissão Nacional de Proteção Civil "devem estar todos quantos podem contribuir para retomar uma coordenação eficaz, mas, simultaneamente, para mobilizar os vários ministérios, para dar uma expectativa de segurança às populações, particularmente àquelas que ficaram sem condições de vida".
Lusa
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Fogos já consumiram mais de 172 mil hectares este ano, 32 mil entre sábado e domingo
Os incêndios rurais consumiram este ano, até hoje, mais de 172 mil hectares, 32 mil entre sábado e domingo, ultrapassando a área ardida de todo o ano de 2024, segundo dados provisórios do ICNF.
De acordo com a informação disponibilizada pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), entre 01 de janeiro e 17 de agosto, arderam 172.054 hectares, valor que ultrapassa a área ardida em todo o ano de 2024, que foi de 136.424 hectares.
Entre sábado e domingo, foram consumidos 32.963 hectares.
A área ardida neste período é a segunda maior desde 2017, quando ocorreram os grandes incêndios de Pedrógão, que foi de 201.876 hectares até 15 de agosto.
O ICNF especifica que desde o início do ano, até hoje, deflagraram 6.378 incêndios, a grande maioria em povoamentos florestais (45%) e matos (42%), e a restante em terrenos agrícolas (13%).
Portugal continental tem sido afetado por múltiplos incêndios rurais desde julho, sobretudo nas regiões Norte e Centro, num contexto de temperaturas elevadas que motivou a declaração do estado de alerta, em vigor desde 02 de agosto.
Os fogos provocaram dois mortos e vários feridos, na maioria sem gravidade, e destruíram total ou parcialmente casas de primeira e segunda habitação, bem como explorações agrícolas e pecuárias e área florestal.
Portugal ativou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil, ao abrigo do qual deverão chegar, na segunda-feira, dois aviões Fire Boss para reforço do combate aos incêndios.
Lusa
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Moradores da aldeia de Meãs, Pampilhosa da Serra, recusaram sair para defender a aldeia
A frente de fogo que chegou este domingo com bastante violência à aldeia de Meãs, freguesia de Unhais-o-Velho, Pampilhosa da Serra, assustou os moradores, vários dos quais recusaram sair, para ajudarem os bombeiros a defender a povoação.
Ouvido pela agência Lusa pelas 18:30 deste domingo, Hugo, natural de Meãs, contou que "o vento e a vegetação" à volta da aldeia potenciaram as chamas, que desceram uma encosta num ápice, depois de terem estado a lavrar nas imediações nas últimas 48 horas.
"O fogo chegou aqui com muita força. Temos muitos bombeiros e estamos a fazer o possível por ajudar [a combater as chamas]", argumentou o popular.
Hugo contou ainda que nas Meãs estavam cerca de 300 pessoas, entre residentes habituais e outros que, morando fora, regressam no verão: "[A aldeia] já foi evacuada, quem quis sair saiu, quem quis ficar está cá. E vamos ajudar a defender as nossas coisas", afirmou.
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Lusa
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Bombeiro morre em capotamento de veículo na Covilhã. Quatro ficaram feridos
Um bombeiro da Covilhã morreu, este domingo, após o veículo em que seguia, com mais quatro elementos da corporação, ter capotado para uma ribanceira na zona de Aldeia de São Francisco de Assis, no concelho da Covilhã. Ao que o CM apurou, os restantes bombeiros também sofreram ferimentos.
À chegada dos operacionais, um dos bombeiros estava em paragem cardiorrespiratória e, apesar de terem sido feitas manobras de reanimação, o óbito acabou por ser declarado.
Governo prolonga situação de alerta por mais 48 horas
A ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, falou este domingo ao País sobre os incêndios que continuam a consumir o norte e centro do País.
A situação de alerta foi prolongada por mais 48 horas, até terça-feira, dia 19. "Agradecemos profundamente a todos os que sem descanso têm combatido o fogo", referiu.
De acordo com o Comandante Nacional da Proteção Civil, Mário Silvestre, o estado de prontidão especial deverá ser mantido até à próxima quarta-feira. Este domingo, até ao momento, foram assistidos dois operacionais e sete transportados a uma unidade hospitalar, todos eles com ferimentos ligeiros.
Correio da Manhã
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Em Foz Côa ardeu uma capela e danificou-se uma primeira habitação
Pelo menos, uma casa de primeira habitação sofreu danos e uma capela ardeu no incêndio que chegou ao município de Vila Nova de Foz Côa, disse este domingo à agência Lusa o presidente da câmara.
"Ainda não tenho um levantamento exaustivo feito, até porque a nossa preocupação foi salvar vidas e, felizmente, não houve nunca qualquer problema a esse respeito, mas houve danos numa moradia de primeira habitação e numa outra de segunda", disse à agência Lusa o presidente da Câmara de Vila Nova de Foz Côa, João Paulo Sousa.
O autarca indicou que a família da primeira habitação "não ficou desalojada, tinha alternativa", e o senhor da segunda habitação "tem casa" e a que ficou danificada "era uma onde em tempos tinha animais e instrumentos agrícolas".
"Ardeu sim uma capela em Cedovim, perto do cemitério. Era uma pequena capela onde também guardavam os andores e agora vamos, juntamente com a freguesia e outras entidades ver os prejuízos e, claro, vamos ajudar em tudo para a reconstruir", afirmou.
As chamas que passaram no concelho de Vila Nova de Foz Coa, no distrito da Guarda, deixaram ainda um rasto de destruição em "terrenos agrícolas, alfaias agrícolas, armazéns, ardeu muita coisa", acrescentou o autarca, adiantando, contudo, que só na segunda-feira irão para o terreno.
"Acionamos nessa altura o nosso plano municipal de proteção civil", contou.
Nas declarações à Lusa, pelas 18h00, o autarca referiu que nesse momento o concelho estava numa "situação mais estável", depois de na sexta-feira "ter havido problemas muito grandes, principalmente, em duas freguesias: Cedovim e Horta".
"O incêndio chegou-nos pelo município vizinho da Mêda [também distrito da Guarda] e agora, depois de dois dias complicados, toda a indicação que tenho é que desde esta madrugada que não há um foco ativo no concelho", afirmou
Mas, acrescentou, todos os autarcas e responsáveis do concelho estão "extremamente preocupados", porque as temperaturas ou algum vento podem levar a algum reacendimento ou novo foco de incêndio.
Lusa
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Frente de fogo de Teixeira, em Seia, progride "com grande violência" em direção à Covilhã
A frente de fogo de Teixeira, do incêndio no concelho de Seia, passou as Pedras Lavradas, no Parque Natural da Serra da Estrela, e progride "com grande violência" na direção da freguesia da Erada, na Covilhã, informou a autarquia.
Numa nota publicada às 17:30, na rede social Facebook, o município da Covilhã, no distrito de Castelo Branco, refere que a frente de fogo de Teixeira passou as Pedras Lavradas, "estando a progredir com grande violência na direção da anexa de Trigas, freguesia da Erada".
A autarquia informa ainda que está a proceder ao confinamento da localidade de Trigais e ao corte da Estrada Nacional (EN) 230, entre a Erada e a anexa de Trigais.
Ainda segundo o município, a frente de fogo de Meãs (concelho da Pampilhosa da Serra, distrito de Coimbra) "está a progredir em direção a São Jorge da Beira".
Assim, a Câmara da Covilhã pede à população a "máxima cautela" e que "evite circular nas vias rodoviárias" daquelas zonas.
Na sexta-feira, a Câmara da Covilhã ativou o Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil, para criar todas as condições necessárias e dispor de todos os mecanismos de apoio às operações de socorro para o combate ao fogo que se alastrou nessa manhã do concelho de Arganil para a zona de Sobral de São Miguel e de São Jorge da Beira.
O incêndio que começou na madrugada de quarta-feira, em Piódão (Arganil), estendeu-se, depois, aos concelhos de Oliveira do Hospital e Pampilhosa da Serra, também do distrito de Coimbra, bem como a Seia (Guarda) e Covilhã (Castelo Branco).
Lusa
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Autarca diz que fogo está descontrolado em Meãs na Pampilhosa da Serra
As povoações de Meãs e Aradas, nordeste do concelho da Pampilhosa da Serra, distrito de Coimbra, estão ameaçadas por uma frente de fogo descontrolada com origem no incêndio de Arganil, disse à Lusa o presidente da Câmara, pelas 17h40.
A frente de fogo, que se mantinha ativa na manhã de hoje acima da aldeia das Meãs, mas relativamente controlada, intensificou-se e descontrolou-se já depois das 17h00, e está a pôr em perigo aquelas duas povoações, com poucos meios de combate no local, disse Jorge Custódio.
Lusa
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Intervenção e Resgate Animal cercada pelas chamas em aldeia do Sabugal
Na aldeia de Pena Lobo, no Sabugal, a IRA - Intervenção e Resgate Animal - ficou cercada pelas chamas. Os animais tiveram de ser retirados.
Correio da Manhã
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Canadairs entram em ação nos fogos do Sabugal que ameaçam aldeias
Quatro aviões Canadair deram este domingo apoio no incêndio que afeta o concelho do Sabugal desde sexta-feira e contribuíram para evitar que as chamas atingissem a aldeia de Rapoula do Côa, que esteve cercada.
"Felizmente, hoje, contámos com o apoio de quatro Canadair, que foram uma grande ajudar para debelar a frente de fogo que estava a aproximar-se da Rapoula do Côa", disse à agência Lusa o presidente da Câmara do Sabugal, Vítor Proença.
Os fogos continuam a fustigar o concelho raiano do distrito da Guarda, mas em pontos opostos, o que também dificulta a resposta aos focos de incêndio.
"Temos que dividir os meios disponíveis, porque está a arder de uma ponta à outra do nosso concelho, o que impede uma ação musculada dos operacionais", acrescentou o autarca.
Pelas 16h30, as chamas estavam a aproximar-se das aldeias de Penalobo e Seixo do Côa, bem como das termas do Cró, onde o dispositivo estava a ser reforçado.
Durante a tarde, a ameaça rondou um posto de combustível da Cerdeira do Côa, mas bombeiros e populares conseguiram evitar o pior.
"A situação continua também complicada na Bendada", realçou Vítor Proença:
O fogo que está atualmente na zona de Seixo do Côa começou na Aldeia de Santo António, na sexta-feira, pelas 14h40, e mobiliza 260 operacionais, 70 veículos e cinco meios aéreos, segundo o 'site' da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).
Na ocorrência de Sortelha, para o qual foi dado alerta às 14h53 de sábado, estavam empenhados esta tarde 57 homens e 14 viaturas.
Lusa
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Fogo no Sabugal atinge habitação. Morador retirado de casa com ajuda da população
O incêndio que está a deflagrar no Sabugal já atingiu uma habitação na aldeia de Seixo de Côa. Um morador teve de ser retirado de casa com ajuda da população.
Segundo apurou o CM junto dos vizinhos, seria uma casa de primeira habitação.
Autarca de Góis diz que fogo está praticamente controlado no concelho
O incêndio que lavra no concelho de Góis está praticamente controlado, havendo ainda um foco junto a Aigra Nova que progride, mas sem inspirar preocupação, disse à Lusa, pelas 15:10 de este domingo, o presidente do município.
"O incêndio está já controlado. Temos colocadas equipas para fazer a vigilância. Durante a noite, desenvolvemos uma ação que permitiu abrandar o fogo", referiu Rui Sampaio.
O autarca espera, caso não aconteça nada de extraordinário, que a situação se resolva por completo, mas as equipas não baixam a guarda e mantêm-se vigilantes.
A única situação em que o fogo "vai progredindo" é junto a Aigra Nova, mas "não inspira preocupação".
A Câmara Municipal de Góis, no distrito de Coimbra, tem a funcionar na Casa da Cultura uma base logística, onde presta apoio social e psicológico à população afetada.
Lusa
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Momentos de aflição no Sabugal: Vários animais resgatados devido à aproximação das chamas
Chamas assolam o País: Mais de 60 bombeiros e 42 populares feridos nos incêndios no sábado
O balanço da Proteção Civil sobre a situação dos incêndios que assolam o País feito este domingo, indicou que no sábado foram assistidos 68 bombeiros durante as operações de serviço. Também 42 populares ficaram feridos e 29 tiveram de ser encaminhados para o hospital, no decurso ao combate às chamas. Entre as vítimas há a registar um ferido grave, uma mulher que caiu numa zona de incêndio e que sofreu queimaduras em todo o corpo.
O comandante da Proteção Civil indicou ainda que a operação dos meios aéreos no terreno se "tem revelado complexa" devido ao fumo presente no teatro de operações, que impede que os meios consigam atuar. "Algumas aeronaves tiveram 0 horas de voo porque não foi possível colocá-las na operação", referiu Mário Silvestre em declarações aos jornalistas.
Foi ainda realçada o trabalho feito por todos os operacionais na coordenação aérea de todos os meios em combate ao longo dos últimos dias, assim como o trabalho dos bombeiros nas zonas afetadas pelo fogo.
Este domingo, as frentes de Sátão e Arganil são as que mobilizam mais operacionais. Ao todo, estão no combate aos incêndios mais de três mil bombeiros, de acordo com os dados adiantados pelas autoridades.
Correio da Manhã
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Fogo no Douro Internacional não dá tréguas em três concelhos
O incêndio rural que deflagrou na tarde de sexta-feira no concelho de Freixo de Espada à Cinta, no Douro Internacional, continua este domingo a não dar tréguas aos bombeiros devidos a três pontos onde as chamas são de difícil combate.
Estes três pontos "preocupantes" estão junto à aldeia de Mós, no concelho de Torre de Moncorvo, em Lagoaça, nas arribas do Parque Natural do Douro Internacional (PNDI); no concelho de Freixo de Espada à Cinta; e na área das encostas do rio Sabor, em Mogadouro, no distrito de Bragança.
Em declarações à agência Lusa, o comandante sub-regional das Terras de Trás-os-Montes da Proteção Civil, João Noel Afonso, disse que durante a madrugada foi possível neutralizar as três frentes do incêndio, mas ficaram estes pontos ativos.
"Não é possível meter meios de combate nestes locais devido aos difíceis acessos e não podemos contar com os meios aéreos devido à fraca visibilidade nesta região", explicou.
Segundo o comandante, apesar de grande parte do incêndio estar estabilizada, estes três focos não estão a dar tréguas.
João Afonso não espera melhorias relativamente à visibilidade para a atuação dos meios aéreos durante esta tarde.
"A velocidade do vento durante a tarde também se vai intensificar, não havendo uma previsão para a consolidação deste incêndio", indicou.
Lusa
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Falta de visibilidade impede aviões de agir na frente de Foz Côa
A falta de visibilidade está a impedir os aviões de atuarem na única frente ativa do incêndio com origem em Sátão e Trancoso, virada para Vila Nova de Foz Côa, disse à agência Lusa o responsável pelo combate.
"Estamos com uma dificuldade, porque temos aqui os meios aéreos disponíveis, os de asa fixa [aviões], mas não conseguimos, ou seja, não temos visibilidade e não há condições de segurança para eles entrarem", admitiu cerca das 12:00 à agência Lusa o comandante no terreno, David Lobato.
O também comandante Sub-regional do Médio Tejo, que assumiu o comando do "complexo Sátão/Trancoso" no dia de este domingo, disse que foi feito um voo de helicóptero para analisar a segurança e "a recomendação do piloto é de que não há segurança".
"É um 'handicap' à nossa estratégia, mas temos de aguardar que as condições melhorem para haver segurança" e os aviões combaterem naquela que chama a frente três deste incêndio que teve início em dois, em Sátão e Trancoso.
Lusa
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Fogo vindo Piódão com uma frente ativa em Seia
O incêndio em curso no concelho de Seia, vindo do Piódão, tem hoje uma frente ativa junto à ribeira que separa as localidades de Teixeira e Teixeira de Baixo, no Parque Natural da Serra da Estrela (PNSE).
"O combate durante a noite evitou males maiores e o fogo foi travado na Teixeira de Baixo, na faixa de proteção ao aglomerado, de cem metros, que estava limpa", adiantou o presidente da Câmara de Seia, Luciano Ribeiro, à agência Lusa.
O autarca do distrito da Guarda acrescentou que os meios estão empenhados junto à linha de água para evitar que as chamas avancem para a aldeia de Barriosa.
No terreno permanecem 208 operacionais, apoiados por 47 viaturas e três máquinas de rasto, que prosseguem o combate às chamas e à consolidação das frentes debeladas.
Luciano Ribeiro afirmou que o perímetro de segurança entretanto estabelecido na zona permitiu o regresso, a partir das 12:00, às habitações da população que havia sido evacuada para a Zona de Concentração e Apoio à População (ZCAP), no Pavilhão Gimnodesportivo Padre Martinho, em São Romão.
Lusa
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Frente ativa em Arganil ameaça outra vez a Pampilhosa da Serra
A frente ativa do incêndio de Arganil, junto à povoação de Relvas, ameaça estender-se ao concelho da Pampilhosa da Serra, uma constante ao longo dos últimos dias, disse o presidente da Câmara Municipal.
O município da Pampilhosa da Serra tem sido afetado, em vários locais, pelo incêndio com origem em Arganil, e a frente atualmente mais preocupante volta a ameaçar a Pampilhosa da Serra, pela localidade de Cartamil, disse à Lusa o autarca Jorge Custódio.
Aquele local, onde existe uma ribeira, uma zona de lazer e uma ponte com o mesmo nome, fica num vale pronunciado que se estende para sul entre vertentes escarpadas da serra do Açor, e onde se localizam várias pequenas aldeias.
"É a frente que mais nos preocupa, vem do lado de Arganil e está a descer a encosta da Teixeira e das Relvas, Relvas sobretudo. Neste momento, esse fogo ainda não está na Pampilhosa [da Serra], mas se continuar, como se prevê, vai passar a linha de água para o lado da Pampilhosa", explicou.
Lusa
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Momentos de aflição no Sabugal: Vários animais resgatados devido à aproximação das chamas
Os operacionais do IRA, Núcleo de Intervenção e Resgate Animal, estão a resgatar os animais das zonas próximas das chamas que deflagram no Sabugal e preocupam a população.
Os moradores estão unidos para ajudar a combater o incêndio.
Correio da Manhã
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Linha de fogo com dez quilómetros e nova frente preocupam no Sabugal. Autarca lamenta falta de meios
Populares e operacionais estão a travar uma "luta inglória" contra o incêndio que lavra desde sexta-feira no concelho do Sabugal, no distrito da Guarda, e tem uma frente com cerca de 10 quilómetros.
"A frente do fogo vai do Baraçal a Peroficós, são cerca de 10 quilómetros. O problema é que não temos visibilidade nenhuma e não sabemos por onde anda o incêndio", declarou Vítor Proença, presidente da Câmara do Sabugal, à agência Lusa.
Na zona sul do concelho raiano do distrito da Guarda há, esta manhã, outra frente ativa que está a aproximar-se da localidade de Bendada e que é motivo de preocupação.
"A situação é mais complicada porque as chamas estão a avançar com força para a Bendada e para a Quinta do Clérigo, uma anexa da freguesia de Águas Belas", afirmou.
Vítor Proença volta a lamentar a falta de meios no teatro de operações.
De acordo com o autarca, a Estrada Nacional (EN) 233 está cortada ao trânsito entre o alto do Baraçal e Rocamonde.
Lusa
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Correio da Manhã
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Maioria das pessoas retiradas de aldeias da Lousã já regressaram a casa
A maioria das três dezenas de pessoas retiradas na quinta-feira de oito aldeias da Lousã, devido à proximidade do fogo, já regressaram às suas habitações, mantendo-se apenas um pequeno número no centro de acolhimento.
Em declarações à agência Lusa, a presidente da junta de freguesia de Lousã e Vilarinho, Helena Correia, disse que a maioria das pessoas retiradas preventivamente das aldeias "já regressaram às suas casas".
"Apenas um pequeno número de pessoas com necessidade de alimentação se mantém no centro de acolhimento, que funciona na Escola EB2 da Lousã. A maior parte das pessoas do lar de Vilarinho também já regressaram", disse.
Lusa
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Góis com esperança que fogo "fique resolvido o mais rápido possível"
O incêndio florestal no concelho de Góis, Coimbra, estava, pelas 10:15, com uma frente ativa na zona de Trevim e a esperança é que o fogo fique resolvido "o mais rápido possível", disse o presidente do município.
"A noite foi mais calma. As coisas estão controladas. Pelo menos não há aqui nenhuma zona [que preocupe], tirando ali uma parte perto do Trevim", disse à agência Lusa o presidente da Câmara Municipal de Góis, Rui Sampaio.
Segundo o autarca, que falava por telefone a partir de Aigra Velha, pelas 10:15, na zona de Trevim "ainda agora houve lá uma descarga de helicóptero, por isso, está a ser monitorizada".
"[Essa zona] poderá ser aquela que eventualmente possa criar uma situação mais preocupante, mas de resto, nas áreas onde ardeu muito, pelo menos, não vemos focos que possam causar preocupações", disse.
Lusa
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Fogo em Arganil mantém uma frente ativa com trabalhos para a conter
O incêndio que lavra há cinco dias em Arganil mantém uma frente ativa na zona entre as localidades de Porto Castanheiro e Relvas, decorrendo trabalhos para a conter, disse o presidente do município.
Durante a noite o fogo "subiu toda a serra, virou a cumeada e, neste momento, está em linha com a aldeia de Relvas", disse Luís Paulo Costa, referindo-se à localidade que fica na União de Freguesias de Cepos e Teixeira, a sudeste da sede do concelho.
"Os meios andaram durante toda a noite, com máquinas de rasto, a abrir aceiros, e o sítio por onde o fogo pode encaminhar-se, face à abertura dos aceiros, acaba por ser relativamente contido", explicou o autarca.
Luís Paulo Costa vincou ainda que na "única porta" que os bombeiros no terreno "ainda não conseguiram fechar" naquela zona -- por ser uma encosta muito escarpada onde a maquinaria pesada não chega -- os meios aéreos possam contribuir para dominar, finalmente, um incêndio que deflagrou no Piódão às 05:00 de quarta-feira e se estendeu a quatro concelhos dos distritos de Coimbra, Guarda e Castelo Branco.
Lusa
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Fogo na Lousã está em consolidação e sem frentes ativas
O incêndio da Lousã, no distrito de Coimbra, já não tem qualquer frente ativa e entrou em fase de consolidação e vigilância aos reacendimentos, informou este domingo a câmara municipal.
Numa informação divulgada este domingo pelas 09:30, na sua página de Facebook, o município da Lousã refere: "já não temos frentes ativas".
Contudo, diz que se mantêm no terreno "os trabalhos de consolidação e de vigilância de reacendimentos".
"Está reaberta a circulação na EN342. Mantém-se a interdição na EN236 e a Estrada de Cacilhas / Hortas (acesso às aldeias)", lê-se ainda na nota.
A autarquia apela ainda a toda a população para evitar comportamentos de risco e deslocações às zonas afetadas, permitindo que as equipas de emergência desenvolvam o seu trabalho de forma eficaz e segura.
Lusa
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Mais de 3200 bombeiros combatem principais incêndios que lavram no País. Arganil e Sátão continuam a mobilizar mais meios
Os nove maiores incêndios no continente mobilizavam às 08:00 mais de 3.200 operacionais no combate às chamas, com os de Arganil (Coimbra) e Satão (Viseu) a concentrarem o maior número de meios, segundo a Proteção Civil.
De acordo com a página na Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), estavam no terreno às 08:00 um total 3.230 operacionais nas zonas mais afetadas, apoiados por 1.079 meios terrestres e dois meios aéreos.
O incêndio em Arganil, no distrito de Coimbra, que deflagrou na quarta-feira, mobilizava 837 operacionais, 288 meios terrestres e dois meios aéreos, enquanto na Lousã, no mesmo distrito, estavam destacados 499 operacionais com 157 veículos.
O incêndio que deflagrou em Sátão na quarta-feira uniu-se ao incêndio que começou em Trancoso há mais de uma semana (dia 09), alastrando-se a 11 municípios do distrito de Viseu e da Guarda.
Os 11 municípios são: Sátão, Sernancelhe, Moimenta da Beira, Penedono e São João da Pesqueira (distrito de Viseu); Aguiar da Beira, Trancoso, Fornos de Algodres, Mêda, Celorico da Beira e Vila Nova de Foz Côa (distrito da Guarda).
Lusa
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