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Correio da Manhã

Portugal
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Meios de socorro a 250 quilómetros de distância

Fuga de amoníaco no porto de pesca de Olhão mobilizou bombeiros.
Pedro F. Guerreiro 24 de Agosto de 2015 às 19:03
Na fuga de amoníaco em Olhão, a situação acabou por ser controlada pelos bombeiros
Na fuga de amoníaco em Olhão, a situação acabou por ser controlada pelos bombeiros FOTO: Luís Costa
A equipa mais próxima do Algarve especializada em ocorrências com substâncias químicas – como a fuga de amoníaco que aconteceu quinta-feira numa fábrica de gelo, no porto de pesca em Olhão – está sediada em Setúbal, a cerca de 250 quilómetros de Faro.

Ao todo, existem no País cinco equipas da Proteção Civil dedicadas a fazer face a ocorrências que envolvem substâncias perigosas e cada uma conta com uma viatura de proteção multirriscos. Nenhuma delas foi ativada para acorrer a Olhão, onde a fuga foi controlada cerca de duas horas depois do alerta com sete bombeiros e um militar da GNR a acabarem por sofrer ferimentos.

Ao CM, o comandante operacional distrital da Proteção Civil, Vítor Vaz Pinto, explicou que "os bombeiros são a primeira resposta a estas situações e, depois, se necessário, é projetada uma equipa especializada". Vaz Pinto diz que não é prioritário ter uma equipa do género na região, uma vez que "este tipo de intervenções não ocorre muitas vezes e as equipas necessitam de muito treino", além de utilizarem equipamentos muito caros.
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