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Correio da Manhã

Portugal

Membro da Juve Leo contesta prisão preventiva

Advogado critica considerações genéricas feitas pelo juiz de instrução do Barreiro para colocar todos os 23 arguidos na cadeia.
14 de Junho de 2018 às 13:56
Adeptos encapuzados atacaram Academia do Sporting, em Alcochete
Adeptos de cara tapada invadiram Alcochete
Adeptos de cara tapada invadiu Alcochete
Adeptos de cara tapada invadiram Alcochete
Adeptos encapuzados atacaram Academia do Sporting, em Alcochete
Adeptos de cara tapada invadiram Alcochete
Adeptos de cara tapada invadiu Alcochete
Adeptos de cara tapada invadiram Alcochete
Adeptos encapuzados atacaram Academia do Sporting, em Alcochete
Adeptos de cara tapada invadiram Alcochete
Adeptos de cara tapada invadiu Alcochete
Adeptos de cara tapada invadiram Alcochete
É com duras críticas à actuação do Ministério Público e do juiz de instrução do Barreiro que um dos 23 presos preventivamente no caso das agressões na Academia do Sporting recorreu da medida de coação, avança a 'Sábado'. 

A defesa contesta as apreciações genéricas feitas pelo juiz para decretar a prisão preventiva, considerando que o juiz de intrução deveria ter peneirado "por entre a confusão mediaticamente alimentada" os comportamentos individuais de cada arguidos.

No caso de Afonso Ferreira, 19 anos, um dos mais novos membros da Juve Leo detidos nos acontecimentos de Alcochete, no recurso apresentado no Tribunal da Relação de Lisboa, o seu advogado considerou que "parece ter havido um esforço de consideração automático dos factos existentes, acabando por aplicar a mesma medida a uma miríade de diferentes situações". 

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