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Correio da Manhã

Portugal
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Militares portugueses na República Centro-Africana destruíram 97 engenhos explosivos

Missão em Bangui decorre no âmbito de um programa de desarmamento em vigor no país.
Lusa 28 de Fevereiro de 2019 às 20:12
Militares portugueses na República Centro-Africana destruíram 97 engenhos explosivos
Militares portugueses na República Centro-Africana destruíram 97 engenhos explosivos
Militares portugueses na República Centro-Africana destruíram 97 engenhos explosivos
Militares portugueses na República Centro-Africana destruíram 97 engenhos explosivos
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Militares portugueses na República Centro-Africana destruíram 97 engenhos explosivos
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Militares portugueses na República Centro-Africana destruíram 97 engenhos explosivos
Militares portugueses na República Centro-Africana destruíram 97 engenhos explosivos
Os militares portugueses em missão na República Centro-Africana (RCA) destruíram 97 engenhos explosivos em Bangui, no âmbito de um programa de desarmamento em vigor no país, anunciou esta quinta-feira o Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA) português.

"Os militares do exército com a capacidade de inativação de explosivos pertencentes ao módulo de engenharia que integra a 4.ª Força Nacional Destacada na República Centro-Africana planeou e executou recentemente na cidade de Bangui uma operação de destruição de 97 engenhos explosivos", refere o EMGFA em comunicado.

Segundo o documento, entre os engenhos destruídos estavam granadas de mão ofensivas e defensivas, granadas de lança granadas-foguetes (RPG), munições de gás lacrimogéneo e granadas de morteiro.

"Os engenhos explosivos destruídos são resultado do programa de desarmamento em vigor na RCA, através das equipas das Nações Unidas no terreno, que incentiva a população a entregar voluntariamente armas, munições e explosivos, com vista à sua destruição, contribuindo desta forma para um incremento de segurança na região", acrescenta.

A equipa de quatro militares do exército que detém esta valência no terreno tem, igualmente, atuado na missão para garantir mobilidade às forças de combate, em especial durante os últimos combates em Bambari, onde executaram operações de destruição das barricadas, através de meios explosivos, que são erguidas na rede viária pelos grupos armados.

"Esta equipa é também responsável por toda a manutenção das infraestruturas e pelo apoio geral na implementação e manutenção da base em Bangui e nas bases temporárias fora da capital Bangui, como aconteceu quando a atual força esteve projetada durante 65 dias em Bambari", salienta o comunicado.

Portugal está presente na RCA desde o início de 2017, no quadro da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização na República Centro-Africana (MINUSCA).

No início de setembro de 2018, o major-general do Exército Marco Serronha assumiu o cargo de 2.º comandante da MINUSCA, que já sofreu 75 mortos desde que foi criada, em 2014.

Aquela que já é a 4.ª Força Nacional Destacada Conjunta no país é composta por 180 militares (177 do Exército e três da Força Aérea) e iniciou a missão em 05 de setembro. Outros seis militares do Exército integram o comando da missão das Nações Unidas.

Portugal também integra e lidera a Missão Europeia de Treino Militar-República Centro-Africana (EUMT-RCA), comandada pelo brigadeiro-general Hermínio Teodoro Maio.

Na EUTM-RCA, que está empenhada na reconstrução das Forças Armadas do país, Portugal participa com um total de 53 militares (36 do Exército, nove da Força Aérea, cinco da Marinha e três militares brasileiros).

Esta força termina a missão no dia 11 de março, altura em que regressa a Portugal e uma nova força, maioritariamente composta por militares Comandos, assume as funções de Força de Reação Rápida por mais seis meses na RCA.
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