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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

"Não salvei pela recompensa"

Portuguesa salvou 30 pessoas que fugiam do massacre no Bataclan.

24 de janeiro de 2016 às 21:07

Margarida dos Santos Sousa, a porteira que salvou mais de 30 pessoas, que fugiam do massacre no Bataclan, em Paris, no passado mês de novembro, recebeu este sábado a medalha de bronze da cidade de Paris."Tinha as pernas cheias de sangue e o cabelo queimado dos tiros. Dei-he água e bolachinhas", disse Manuela, de 50 anos, natural de Fafe. Morreram 130 pessoas nos atentados.

Além de Margarida, também José Gonçalves, Manuela Gonçalves e Natália Teixeira – mais três portugueses que salvaram vidas ao abrirem a porta de casa para acolher as vítimas que fugiam dos tiros dos terroristas – foram homenageados.

"Vocês acolheram as vítimas e abriram-lhes os braços porque elas choravam e estavam feridas. Vocês são heróis, anjos de Paris e estrelas do dia a dia", disse Anne Hidalgo, presidente da câmara de Paris, durante a cerimónia, que aconteceu ontem ao final da manhã, na capital francesa.

Margarida Sousa rejeita o papel de heroína. "Não os ajudei a pensar numa recompensa. Na altura nem sabia o que se estava a passar", disse ao CM. O casal português José e Manuela Gonçalves também ajudaram as vítimas, entre as quais uma jovem grávida de dois meses.

"Tinha as pernas cheias de sangue e o cabelo queimado dos tiros. Dei-he água e bolachinhas", disse Manuela, de 50 anos, natural de Fafe. Morreram 130 pessoas nos atentados.

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