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MICRONOVELA

Herança de sangue Há heranças que não se escolhem.

Defesa de Orlando Figueira quer abrir processo crime contra Proença de Carvalho

Defesa acusa advogado de falsidade de testemunho.

05 de abril de 2018 às 19:16

A defesa de Orlando Figueira, em julgamento no processo 'Operação Fizz', pediu esta quinta-feira a abertura de um procedimento criminal contra o advogado Proença de carvalho, por falsidade de testemunho.

Após uma acareação entre o ex-procurador do Ministério Público e a testemunha, por contradições entre depoimentos, que não serviu para esclarecer as incongruências dado que ambos mantiveram as declarações, a defesa de Orlando Figueira considerou que Proença de Carvalho mentiu e pediu para que fosse aberto um procedimento criminal.

A advogada Carla Marinho também pediu que fossem entregues ao tribunal as faturas de pagamento dos honorários do primeiro advogado de Orlando Figueira, Paulo Sá e Cunha, a quem o arguido diz ter pago 10 mil euros, adiantando que o restante seria pago pelo banqueiro Carlos Silva, por intermédio de Proença de Carvalho, versão que a testemunha negou.

Orlando Figueira disse, durante a acareação, que Paulo Sá e Cunha deveria ser chamado a testemunhar para confirmar uma reunião tida em 14 setembro de 2017 na presença de Proença de Carvalho, versão desmentida por este.

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