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Correio da Manhã

Portugal
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Perdigueiro morde mulher em casa

Uma mulher de 52 anos, residente no sítio de Vilarinhos, em São Brás de Alportel, foi atacada por um cão da raça perdigueiro, que lhe mordeu um pulso e uma perna. O animal é propriedade de uma vizinha da vítima, que preferiu não apresentar queixa às autoridades.
19 de Maio de 2007 às 00:00
Maria Henrique de Brito sofreu ferimentos num pulso e numa perna ao ser atacada pelo cão
Maria Henrique de Brito sofreu ferimentos num pulso e numa perna ao ser atacada pelo cão FOTO: Teixeira Marques
Maria Henrique de Brito, proprietária do café 1.º de Maio, no sítio dos Vilarinhos, foi assistida no Centro de Saúde local aos ferimentos provocados pelo ataque do cão, tendo alta depois de lhe terem sido feitos os curativos e aplicada uma injecção contra o tétano.
“Foram momentos de grande medo”, confessou a vítima ao CM, atacada quando saiu para o quintal do café. “O cão furou a rede que separa os dois quintais e avançou ameaçador, na minha direcção”, relatou.
O pânico fez com que Maria Henrique de Brito gritasse enquanto tentava afastar o animal. “Foi a minha asneira”, reconhece a comerciante, que só teve tempo de fugir, mas não evitando duas fortes dentadas do cão.
Maria Henrique de Brito decidiu não apresentar queixa às autoridades “até porque a vizinha já tomou providências, retirando o perdigueiro da residência”, esclarece.
A vizinha, Lena Ferreira, dona do animal e de outros quatro cães, garantiu que “o perdigueiro tem todas as vacinas em dia”, e que só invadiu o quintal da vizinha depois de “ter estragado uma rede que separava os dois espaços”.
A residir apenas há um mês naquela casa, depois de se ter mudado de Setúbal, Lena Ferreira conseguiu, depois do incidente, entregar os cães para um canil em Loulé.
“Só fiquei com um caniche, pois reconheço que esta casa não tem condições para albergar, em segurança, tantos animais”, admitiu Lena Ferreira.
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