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Herança de sangue Há heranças que não se escolhem.

PGR admitiu ouvir Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa no processo Tancos

Decisão de não inquirir o presidente da República e o primeiro-ministro foi do diretor do DCIAP.

01 de outubro de 2019 às 19:31

Albano Pinto, diretor do DCIAP, não viu pertinência na inquirição de Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa no Processo de Tancos, embora tal lhe tenha sido proposto pelos magistrados que titulavam o inquérito.

A Procuradoria Geral da República esclareceu esta terça-feira em comunicado que um dos motivos foi o prazo do inquérito estar a terminar e serem necessários formalismos legais que poderiam atrasar a dedução da acusação.

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PGR admitiu ouvir Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa no processo Tancos

Foi assim no Processo Freeport, quando o procurador queria enviar uma lista de perguntas a José Sócrates, e Cândida Vilar também não viu pertinência.

A PGR fez questão esta terça-feira de garantir que os magistrados aceitaram a decisão do diretor do DCIAP, embora a questão nem se coloque por se tratar de uma magistratura hierarquizada, onde o processo podia ser avocado.

Entretanto, esta terça-feira, soube-se que Luís Vieira, ex-diretor da PJM, vai também requerer a abertura de instrução e que o Exército vai reabrir as averiguações internas para apurar eventuais infrações disciplinares.

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