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Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

PJ faz reconstituição de morte de guarda prisional

Carla Amorim atingida com tiro por formador. Pensava que pistola estava sem balas.

12 de novembro de 2018 às 02:14

A Polícia Judiciária (PJ) já realizou a reconstituição da formação de tiro ocorrida na cadeia de Paços de Ferreira, na última terça-feira, durante a qual morreu a guarda prisional Carla Amorim, atingida por um disparo de pistola feito por um formador.

A investigação está a cargo da Secção de Homicídios. E foram inspetores que, na quinta-feira, dia em que a jovem de 32 anos foi sepultada no cemitério de Mesão Frio, de onde era natural - residia em Baião -, se deslocaram à carreira de tiro da prisão de Paços para recordar os passos que conduziram à morte da guarda prisional.

Esta diligência será considerada fundamental para a realização de um relatório. Recorde-se que, tal como o CM noticiou, a morte de Carla Amorim ocorreu durante uma formação de tiro organizada pela Direção-Geral dos Serviços Prisionais . A guarda prisional de 32 anos dispôs- -se em fila com os outros formandos, enquanto todos ouviam um módulo sobre as condições de segurança da pistola calibre 9 mm HK. Carla Amorim recebeu a arma com o cano virado para ela.

Aparentemente, o guarda principal Oliveira, do Grupo de Intervenção e Segurança Prisional (GISP), que tem cerca de 50 anos e muito tempo de experiência como formador de tiro, terá pensado que a pistola estava completamente descarregada, e carregou no gatilho. Uma bala estava ainda na câmara da pistola, e Carla Amorim foi atingida no peito. Apesar de ainda ter sido assistida, não resistiu.

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