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Portugal

“Podem-me matar, não me importo de morrer”: Homem dispara e atinge telemóvel de bombeiro no bolso

José Guerra, de 62 anos, ateou fogo, fez explodir serralharia e recebeu GNR e bombeiros com disparos de arma de caça.




De caçadeira em punho, José Carlos Guerra, de 62 anos, gritou: “Nem mais um passo, senão disparo”. A ameaça foi dirigida a um militar da brigada de inativação de explosivos da GNR, que retorquiu: “Está na altura de acabar com isto. É melhor descarregar a arma e entregar-se”. O militar estava a poucos metros de José Guerra, que podia ter disparado a matar, mas rendeu-se. “Podem-me matar, não me importo de morrer”, desabafou antes de disparar três tiros para o ar e esgotar todas as munições que tinha na caçadeira usada para a caça grossa, como javalis.

18 de fevereiro de 2022 às 01:30
18 de fevereiro de 2022 às 01:30

De caçadeira em punho, José Carlos Guerra, de 62 anos, gritou: “Nem mais um passo, senão disparo”. A ameaça foi dirigida a um militar da brigada de inativação de explosivos da GNR, que retorquiu: “Está na altura de acabar com isto. É melhor descarregar a arma e entregar-se”. O militar estava a poucos metros de José Guerra, que podia ter disparado a matar, mas rendeu-se. “Podem-me matar, não me importo de morrer”, desabafou antes de disparar três tiros para o ar e esgotar todas as munições que tinha na caçadeira usada para a caça grossa, como javalis.

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