Posto de socorro da Cruz Vermelha em risco de fechar na Ilha da Culatra

Cerca de 400 famílias podem perder “um serviço indispensável”.
Por Tiago Griff|13.10.18
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A ilha da Culatra está em risco de perder o posto local de atendimento da Cruz Vermelha por falta de apoio. A organização fala de uma dívida acumulada de milhares de euros, que é "incomportável", mas está a tentar encontrar apoios para manter os primeiros socorros na ilha. Já a associação de moradores não quer perder "um serviço indispensável para uma população que vive isolada".

"São 400 famílias, com crianças e idosos, que estão em risco de ficar sem uma socorrista que está disponível 24 horas por dia e que é praticamente a primeira pessoa a chegar quando há situações de emergência", explicou, ao CM, Sílvia Padinha, da Associação de Moradores da Culatra.

O fecho deve-se à falta de apoio financeiro, uma vez que é a Cruz Vermelha de Faro que tem assumido os custos por inteiro depois de, em 2012, ter terminado o Contrato de Desenvolvimento Local Social, que foi feito na inauguração, em 2009, e era a principal fonte de financiamento.

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