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Artigo exclusivo

Primeiro Comando da Capital do Brasil comprou silêncio de funcionários do porto de Leixões

Funcionários fechavam os olhos a carregamento de cocaína. Lucros eram milionários.

15 de março de 2025 às 01:30

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Fábio ‘Freak’  é um dos cabecilhas
Fábio ‘Freak’ é um dos cabecilhas Direitos Reservados
Funcionários do porto de Leixões eram pagos para dar apoio à rede
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O caso chega agora a julgamento e mostra uma rede de tráfico de droga com origem no Primeiro Comando da Capital (PCC), do Brasil. Um esquema verdadeiramente organizado, uma associação criminosa sofisticada que contava com a colaboração de funcionários do porto de Leixões. Treze chegam a julgamento e arriscam penas pesadas, num caso no qual se revela a sofisticação das organizações criminosas. Desde o sistema encriptado de mensagens, até ao suborno aos familiares dos presos. Havia de tudo: até mergulhadores que eram contratados para retirar a droga camuflada em cascos falsos no fundo dos navios.

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