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MICRONOVELA

Herança de sangue Há heranças que não se escolhem.

Procuradora defende-se

A procuradora adjunta que promoveu a prisão domiciliária do homem suspeito de degolar, depois de roubar, uma promotora imobiliária em Viseu, garante que aquela foi a medida adequada face aos indícios recolhidos pela PJ. <br/><br/>

31 de dezembro de 2008 às 00:30

A explicação foi dada ao CM pelo gabinete de imprensa da PGR, que esclarece ter a magistrada informado "que a medida requerida era a adequada face aos únicos indícios existentes". Por explicar fica qual a deficiência dos indícios recolhidos, já que as regras da determinação da prisão domiciliária são idênticas às da preventiva.

Técnicos da Direcção-Geral de Reinserção Social estiveram ontem na casa do suspeito – com cadastro por roubo – e instalaram o dispositivo da pulseira electrónica. A GNR, que o vigiou três dias, desmobilizou às 20h00.

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