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Recusou chamar pai e foi agredida

Só porque recusou chamar-lhe pai, uma menina de dez anos foi agredida pelo padrasto, em Tomar, e precisou de receber tratamento hospitalar, segundo contou ao CM a avó da criança, Ermelinda Pereira. Ontem, a menor foi submetida a exames médico-legais para apurar a gravidade das lesões. <br/><br/>

30 de maio de 2009 às 00:30

O alegado agressor, de 35 anos, vivia há nove meses com a mãe da menina e outra enteada, de nove anos, na aldeia de Curvaceiras. Domingo à noite, sob a influência do álcool, o casal desentendeu-se e o homem vingou-se na criança. "Queria por força que ela lhe chamasse pai, mas ela não quis e ele bateu-lhe", contou a avó.

Os vizinhos chamaram a GNR e o caso foi encaminhado para a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Risco, que determinou a entrega das duas menores à avó, por um período de seis meses.

O pai das meninas, como vive com dificuldades, vai buscá-las à escola e "ajuda como pode", diz Ermelinda Pereira, de 60 anos.

A mãe, de 33 anos, ameaçou abandonar o homem, mas quando os familiares se disponibilizaram para acolher a menor mudou de ideias. O CM tentou falar com o casal sem sucesso.

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