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Correio da Manhã

Portugal
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Revolução em Lisboa

A Praça da Figueira, em Lisboa, vai ser revestida a azulejo, um projecto encomendado ao arquitecto Daciano da Costa pela gestão de João Soares, que foi ontem apresentado aos vereadores da Câmara de Lisboa, após Norman Foster ter dado a conhecer o seu estudo para a zona da Boavista, em Santos.
7 de Dezembro de 2004 às 00:00
Iniciado em 2000 com o realinhamento da estátua esquestre de D. João I e a repavimentação da praça, o projecto do arquitecto português prevê o revestimento das fachadas dos edifícios – uma área com cerca de 3000 metros quadrados – com azulejos brancos e em tons de azul, no valor de 68 mil euros. Os padrões escolhidos foram os geométricos, semelhantes aos ainda existentes.
Daciano da Costa apresentou o seu projecto depois de um outro arquitecto, este britânico, ter mostrado os estudos para a zona da Boavista. Norman Foster exibiu as imagens já reveladas em Fevereiro último, que dão conta da construção de uma torre de habitação com 27 andares, cerca de 100 metros de altura, no espaço entre a Avenida. D. Carlos I, a 24 de Julho e a Rua D. Luís I.
Além da torre ‘elegante’, será edificado um prédio com 95 escritórios e um hotel com 210 quartos, alguns dos quais com vista para o ‘Jardim de Esculturas’, uma área de lazer ao ar livre, com cerca de 5000 metros quadrados, dotada de esplanadas, árvores e locais para actividades artísticas e zonas comerciais.
O quarteirão será delimitado por edifícios de dez andares, da D. Luís I, e de quatro andares na Av. 24 de Julho. Os primeiros terão cafés e áreas comerciais, enquanto os segundos receberão exposições.
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