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Santuário com energia solar

O Santuário de S. Bento da Porta Aberta, no Gerês, assume-se como "o primeiro santuário ecológico do País". Um conjunto de 12 painéis solares térmicos de alto rendimento foram colocados num dos edifícios que integra o complexo religioso, permitindo uma poupança energética anual superior a 50 por cento das despesas que até agora eram exigidas pela climatização e aquecimento de águas sanitárias do edifício, que rondava os seis mil litros de gasóleo por ano.

15 de agosto de 2008 às 00:30

"De acordo com os dados técnicos actuais, os resultados da poupança provocada pela opção ecológica, em detrimento das energias convencionais, irão assegurar a amortização do investimento em 4 a 5 anos", assegurou o presidente da Irmandade de S. Bento, cónego Fernando Monteiro, revelando o desenvolvimento de novos projectos que poderão converter o Santuário – situado na paróquia de Rio Caldo, em Terras de Bouro – num complexo energeticamente auto-sustentado.

Para além da energia solar – que vai alimentar, sobretudo, a enfermaria dos peregrinos e a Casa Pastoral –, a Irmandade pondera rentabilizar potencialidades ecológicas do Santuário, como as quedas de água para a produção de energia hídrica. O projecto passa ainda pela criação, a curto prazo, de explorações de cogumelos e de trutas, em quintas e tanques naturais da instituição.

A mode rnização estrutural do Santuário – que investiu mais cem mil euros no reforçode sistemas de segurança, depois do violento assalto e vandalismo de que foi alvo no início do ano – permitiu já avançar também com a instalação de uma máquina de produção de cartões personalizados para os peregrinos, seguindo um exemplo de espaços turístico-religiosos de Itália.

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