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Correio da Manhã

Portugal
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Sistema híbrido acelerou tragédia em Porsche na ponte de Leça

Advogado considera que o facto de o carro ser híbrido terá complicado o trabalho de combate às chamas.
Aureliana Gomes 25 de Maio de 2019 às 09:21
Despiste de Porsche na ponte móvel de Leça da Palmeira causa três mortos
Despiste de Porsche na ponte móvel de Leça da Palmeira causa três mortos
Despiste de Porsche na ponte móvel de Leça da Palmeira causa três mortos
Despiste de Porsche na ponte móvel de Leça da Palmeira causa três mortos
Pedro Catão conduzia o carro
Sofia Alves Pereira era uma das cinco ocupantes da viatura que se despistou às 05h40
Porsche circulava com seis pessoas. Ricardo Landolt morreu aos 39 anos
Despiste de Porsche na ponte móvel de Leça da Palmeira causa três mortos
Despiste de Porsche na ponte móvel de Leça da Palmeira causa três mortos
Despiste de Porsche na ponte móvel de Leça da Palmeira causa três mortos
Despiste de Porsche na ponte móvel de Leça da Palmeira causa três mortos
Pedro Catão conduzia o carro
Sofia Alves Pereira era uma das cinco ocupantes da viatura que se despistou às 05h40
Porsche circulava com seis pessoas. Ricardo Landolt morreu aos 39 anos
Despiste de Porsche na ponte móvel de Leça da Palmeira causa três mortos
Despiste de Porsche na ponte móvel de Leça da Palmeira causa três mortos
Despiste de Porsche na ponte móvel de Leça da Palmeira causa três mortos
Despiste de Porsche na ponte móvel de Leça da Palmeira causa três mortos
Pedro Catão conduzia o carro
Sofia Alves Pereira era uma das cinco ocupantes da viatura que se despistou às 05h40
Porsche circulava com seis pessoas. Ricardo Landolt morreu aos 39 anos
As causas do acidente que matou três pessoas e feriu outras quatro, no dia 1 de maio, junto à ponte móvel de Leça da Palmeira, Matosinhos, estão ainda por esclarecer, mas o facto de o Porsche Cayenne ser híbrido pode justificar a brutalidade do sinistro. O carro despistou-se, derrubou um poste e embateu no pilar da ponte, tendo-se incendiado.

"O acidente aconteceu a poucos metros do quartel dos bombeiros. A questão que se coloca é sabermos se as corporações estão preparadas para extinguir fogos em carros com sistemas que comportam ácidos de difícil combate", explicou, ao CM, João Magalhães, advogado da família de Pedro Catão, o condutor que faleceu na segunda-feira.

O causídico lembrou que muito se tem debatido sobre esta questão. "Somos forçados a concluir que os sistemas híbridos, sejam de que marca forem, são um perigo acrescido em caso de incêndio", disse, advertindo que, em Portugal, essas viaturas não têm uma identificação, dificultando o trabalho em caso de fogo.

Os bombeiros descartam essa possibilidade. "O carro ardeu em três ou quatro minutos. Extinguimos a chamas rapidamente. Nada havia a fazer", disse António Amaral, comandante dos Bombeiros de Matosinhos-Leça. A família de Pedro Catão vai homenagear o PSP que ficou ferido ao ajudar o condutor a sair do carro "pelo brio e coragem". No acidente morreram Sofia Pereira e Ricardo Landolt, no local, e Pedro Catão, no hospital.
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