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Correio da Manhã

Portugal
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Teixeira dos Santos diz que não se arrepende de ter nomeado Vara e Santos Ferreira para a administração da CGD

Ex-ministro das Finanças do Governo de Sócrates adiantou que "nunca" ouviu reparos críticos "ao desempenho dos membros desse conselho de administração".
19 de Junho de 2019 às 19:01
Fernando Teixeira dos Santos, antigo ministro das Finanças
O ex-ministro das Finanças Fernando Teixeira dos Santos
O antigo ministro das Finanças Fernando Teixeira dos Santos
O ex-ministro das Finanças Teixeira dos Santos
O ex-ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos
Fernando Teixeira dos Santos, antigo ministro das Finanças
O ex-ministro das Finanças Fernando Teixeira dos Santos
O antigo ministro das Finanças Fernando Teixeira dos Santos
O ex-ministro das Finanças Teixeira dos Santos
O ex-ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos
Fernando Teixeira dos Santos, antigo ministro das Finanças
O ex-ministro das Finanças Fernando Teixeira dos Santos
O antigo ministro das Finanças Fernando Teixeira dos Santos
O ex-ministro das Finanças Teixeira dos Santos
O ex-ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos
O ex-ministro das Finanças Fernando Teixeira dos Santos disse esta quarta-feira no parlamento que não tem "razões para se arrepender" de ter nomeado Armando Vara e Carlos Santos Ferreira para a administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD).

"Até este momento não tenho razões para me arrepender dessas nomeações", afirmou Teixeira dos Santos na sua audição na segunda comissão parlamentar de inquérito à recapitalização e gestão do banco público.

Em resposta ao deputado do PSD Duarte Marques, o ex-ministro das Finanças do Governo de José Sócrates adiantou que "nunca" ouviu "qualquer reparo crítico ao desempenho dos membros desse conselho de administração".

Sobre Armando Vara, o ex-governante declarou que "não tinha menos experiência do que outros nomeados por governos anteriores".

Fernando Teixeira dos Santos garantiu ainda que "o acionista [Estado] nunca interferiu em qualquer operação que tenha sido efetuada pela Caixa".

"Não fiz muito no que tem a ver no conjunto de situações que está aqui em análise e que tem merecido a atenção dos senhores deputados", afirmou o atual presidente do Banco BIC.

Na sua relação com a CGD, Teixeira de Santos asseverou: "Não há matéria sobre a qual deva, de alguma forma, sinta necessidade de estar arrependido".

"A relação do Ministério das Finanças [com] a Caixa Geral de Depósitos procurou sempre pautar-se naquilo de que dispõe a Lei, daquilo de que dispõe o Regime Jurídico das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras e da legislação em geral a que a Caixa está sujeita", acrescentou o ex-governante.
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