15 mil polícias protegem Santo Padre em Madrid

Líder da Igreja Católica recebido em ambiente de festa, no primeiro dia da visita a Espanha. A segurança do Papa Leão XIV é a principal preocupação das autoridades espanholas. Há agentes por toda a parte.

07 de junho de 2026 às 01:30
Papa Leão XIV chega ao Aeroporto Internacional Adolfo Suárez de Madrid Foto: Alessandra Tarantino/AP
15 mil polícias protegem Santo Padre em Madrid Foto: Borja Sanchez-Trillo/lusa

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Madrid está em festa para receber o Papa Leão XIV. A capital espanhola vestiu-se a rigor para acolher o líder da Igreja Católica e milhares de pessoas concentraram-se na Praça de Lima, junto ao Estádio Santiago Bernabéu, para assistir à vigília com os jovens presidida pelo Santo Padre. Entre os fiéis estavam peregrinos de várias partes do Mundo, e a maioria era composta por jovens. Vindos de diferentes países, chegaram a Madrid unidos pela fé e pela vontade de acompanhar de perto aquele que é um dos momentos mais importantes para a comunidade católica.

A cidade foi preparada ao detalhe para esta visita. A operação de segurança montada pelas autoridades espanholas impressiona pelos números e pela dimensão. Cerca de 15 mil agentes foram mobilizados para garantir que todos os eventos decorrem sem incidentes. Polícias a cavalo, em motociclos e apeados mantêm-se distribuídos por zonas estratégicas da capital. Em muitos locais, a forte presença policial é bem visível, com agentes armados e controlos reforçados nos acessos às áreas de maior concentração de pessoas.

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Apesar das medidas de segurança apertadas, o ambiente vivido junto ao Santiago Bernabéu foi de celebração. Ao longo do dia ouviram-se cânticos, orações e palavras de entusiasmo entre os milhares de participantes que aguardavam a chegada do Papa.

O primeiro dia da visita ficou ainda marcado por uma passagem pelo Palácio Real de Madrid. No encontro com as autoridades espanholas, Leão XIV deixou palavras de elogio a Espanha pelo seu posicionamento perante a guerra contra o Irão. O Sumo Pontífice destacou aquilo que considerou ser um “compromisso ativo com a paz”, sublinhando a importância do diálogo e da diplomacia num momento de grande tensão internacional.

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