Paulo, o padre que recebeu vacina ilegal, “portou mal com a mãe” e chamou “um bocado mentiroso” a colega de ofício
Sacerdote está no centro da polémica depois da Ordem dos Enfermeiros ter denunciado o seu caso como mais um dos polémicos da vacinação ilegal contra a Covid-19.
O padre de Águeda, João Paulo Sarabando Marques, assumiu esta segunda-feira que foi vacinado indevidamente contra a Covid-19. O pároco, que gere dois dos lares a que presta assistência religiosa, referiu que tomou o fármaco por indicação da Fundação da Nossa Senhora da Conceição.
O sacerdote, que assume ter tomado a vacina, explicou em 2010 que chegou ao seminário por se ter "portado mal com a mãe". Agora, o padre está no centro da polémica depois da Ordem dos Enfermeiros ter denunciado o seu caso como mais um dos polémicos casos de vacinação ilegal contra a Covid-19.
O comunicado da Ordem dos Enfermeiros reporta-se a "uma mensagem, partilhada através das redes sociais da secção regional do Centro, que relata que o padre da freguesia, familiares das enfermeiras que administraram a vacina e outros funcionários da instituição (que não lidam diretamente com utentes ou infetados com Covid-19) terão recebido doses da vacina contra a covid-19".
"Fui vacinado, mas penso que tudo foi legal e não fui vacinado pela porta do cavalo. Vieram-me trazer o papel para preencher a casa e foi o que fiz, pelo que não vejo nada de errado nisto", afirmou o pároco.
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