Morte de animais em Santo Tirso sem culpados
Processo-crime está parado há um ano no tribunal.
Um ano volvido sobre o incêndio na serra da Agrela que matou dezenas de animais em dois abrigos ilegais, o processo-crime está “parado” no Tribunal Judicial de Santo Tirso. Os alvos da queixa são o presidente da Câmara de Santo Tirso, Alberto Costa, a GNR local, a Proteção Civil de Santo Tirso, o ex-veterinário municipal Jorge Salústio e as proprietárias dos abrigos ilegais Cantinho das Quatro Patas e Abrigo de Paredes.
“Ainda ninguém foi ouvido”, lamenta o advogado dos queixosos, Pedro Ribeiro e Castro, que no dia 18 de julho de 2020 participou no resgate de animais dos abrigos atingidos pelo fogo. Este sábado, de forma oficial e pela primeira vez, a autarquia de Santo Tirso divulgou o número de animais mortos: 73 (69 cães e quatro gatos).
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