Doente cardíaca demora uma hora para entrar na urgência
Bombeiros socorrem mulher e perguntam ao CODU qual a unidade hospitalar a que a deveriam conduzir. Utente foi levada para a porta do hospital, onde foi assistida pela equipa médica.
O Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) acionou a VMER do Hospital de Santarém para socorrer uma paciente que estava à porta das urgências do hospital, e que demorou uma hora até ser admitida em situação urgente, no sábado. Às 10h27, os Sapadores de Santarém foram acionados para socorrer uma mulher, de 66 anos, com problemas cardíacos.Pelas 11h39, foi a vez de a equipa médica ligar para o CODU a pedir orientações sobre o transporte. Perante nova falta de resposta, solicitaram à médica responsável pela urgência a aceitação da mulher. A doente entrou às 11h47 e foi triada às 12h02 com pulseira laranja. O INEM explica que acionou a VMER “para que a utente pudesse ser avaliada no imediato por uma equipa médica”.
Perante as dificuldades respiratórias da vítima, os bombeiros telefonaram para o CODU às 10h46, para saber qual a unidade para onde a deviam transportar. Sem resposta, dirigiram-se ao Hospital de Santarém e estavam a chegar às urgências quando o CODU devolveu a chamada, às 11h02. O operador do INEM considerou o caso urgente e acionou a VMER para prestar suporte avançado de vida à mulher, na ambulância dos bombeiros.
Pelas 11h39, foi a vez de a equipa médica ligar para o CODU a pedir orientações sobre o transporte. Perante nova falta de resposta, solicitaram à médica responsável pela urgência a aceitação da mulher. A doente entrou às 11h47 e foi triada às 12h02 com pulseira laranja. O INEM explica que acionou a VMER “para que a utente pudesse ser avaliada no imediato por uma equipa médica”.
Criança assistida pelo INEM junto a urgência
Já na sexta-feira à noite, um bebé de dois anos tinha sido socorrido por uma equipa do INEM à entrada do Hospital S. Sebastião, em Santa Maria da Feira, porque o serviço de Pediatria estava fechado devido à recusa dos médicos em trabalharem para além das 150 horas extras previstas na lei. A criança sofreu convulsões e tinha febre e à chegada ao hospital a mãe ligou para Linha Saúde 24, que acionou o INEM.
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