Homem espera 30 horas no Garcia de Orta em Almada. Cresce fila de ambulâncias no hospital
Este domingo, à hora de almoço, há mais de dez ambulâncias à espera nas imediações do hospital.
Aparentemente resolvido o problema no Santa Maria - já não há ambulância à espera - começa o caos no Hospital Garcia da Orta, em Almada. Uma ambulância da Trafaria esperou 30 horas à porta. Passou o dia, a noite, voltou a chegar o dia para que finalmente o doente, com sintomas de ser portador do vírus COVID, fosse finalmente atendido. Também outro doente que veio do Barreiro entrou no parque do Hospital ao meio dia. Saiu da ambulância à meia noite, para finalmente ser atendido.
Este domingo, à hora de almoço, há mais de dez ambulâncias à espera. Espalham-se pela frente da entrada das urgências, os bombeiros conversam, tentam disfarçar à espera. Ao contrário do que aconteceu a semana passada no Santa Maria desta vez há alimentos. As tendas estão montadas, a Protecção civil criou condições para diminuir a ansiedade das esperas intermináveis.
Em Lisboa, os doentes estão agora a ser maioritariamente encaminhamos para o Amadora-Sintra. As esperas, garantem os bombeiros, são suportáveis. Quatro horas é o máximo, meia hora o mínimo. "Nada maus para esta altura", garantem.
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