Aplicação 'StayAway Covid' obrigatória abre "graves questões" de "privacidade"

Proteção de dados crítica intenção de obrigar as pessoas a instalar a aplicação de monitorização do novo coronavírus.

14 de outubro de 2020 às 20:37
António Costa na apresentação da App StayAway Foto: Rui Manuel Farinha
App StayAway Foto: Inês Trovisco / CMTV

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A Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) considera que tornar o uso da aplicação 'StayAway Covid'  obrigatória "suscita graves questões relativas à privacidade dos cidadãos" e aguarda pela oportunidade de se pronunciar no Parlamento.

Num comunicado, enviado a várias redações e publicado na íntegra pelo Observador, a CNPD refere que "pugnou desde sempre pelo caráter voluntário da aplicação de rastreamento de proximidade (contact tracing)".

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"Impor por lei a utilização da aplicação Stayaway, seja em que contexto for, suscita graves questões relativas à privacidade dos cidadãos, retirando-lhes a possibilidade de escolher, se assim entenderem, não ceder o controlo da sua localização e dos seus movimentos a terceiros, sejam estes empresas multinacionais fora da jurisdição nacional, seja o Estado", disse a CNPD.

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