Bombeiros Voluntários de Alenquer garantem ter prestado "toda a assistência necessária" a jovem que deu à luz na rua

Operacionais fizeram uma nota de esclarecimento nas redes sociais.

Atualizado a 12 de agosto de 2025 às 21:05
Após o nascimento da criança, a mãe e o filho seguiram para o hospital Foto: DR
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Os Bombeiros Voluntários de Alenquer fizeram, esta terça-feira, uma nota de esclarecimento nas redes sociais sobre caso da jovem que deu à luz na rua, no Carregado.

Os operacionais garantem que o sucedido foi "devidamente acompanhado pelas equipas competentes que prestaram toda a assistência necessária à gestante e ao recém-nascido" e revelam mesmo uma fita do tempo: 

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10h28: Alerta através de um Operacional nosso;

10h29: Acionada a Ambulância para o Local;

10h30: Alerta CODU Lisboa;

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10h38: Chegada ao Local, assistência à mãe e recém nascido;

10h44: Acionado 2ª Ambulância, por problema técnico da 1ª Ambulância;

10h45: Contacto com CODU Lisboa, para orientação e encaminhamento hospitalar, visto que o serviço de ginecologia e obstetrícia do Hospital de Vila Franca de Xira estar encerrado;

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10h55: Chegada da 2ª Ambulância e a transferência da mãe e do recém nascido da 1ª para 2ª Ambulância.

11h15: Chegada da VMER de Torres Vedras;

11h20: Início de Transporte com acompanhamento médico da VMER de Torres Vedras para o Hospital Distrital de Santarém;

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12h06: Chegada ao Hospital Distrital de Santarém.

Já o INEM, contactado pelo CM, refere que durante a triagem da situação, foi possível perceber que o parto já teria ocorrido e garantiu que "a equipa dos bombeiros estabilizou a mãe e o bebé até à chegada da equipa médica da VMER, que aconteceu cerca das 11h17".

"Não temos nenhuma informação sobre qualquer intercorrência no que respeita à ambulância dos BV Alenquer", acrescenta.

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Recorde-se que Soraia, de 28 anos, foi ajudada pelos pais e , no passeio, no Carregado. A mulher é doente de risco, por já não ter um rim e estava grávida de 40 semanas e cinco dias.

Uma averiguação preliminar dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) esta terça-feira divulgada referiu que foi um que levou a que a chamada de socorro não fosse encaminhada para o INEM.

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