Buscas por casal de idosos de Soure retomadas esta segunda-feira de manhã com menos meios

Buscas contam com cinco operacionais da corporação e dois veículos, enquanto a GNR confirmou duas patrulhas, com quatro elementos.

16 de fevereiro de 2026 às 12:07
Casal de idosos desaparecido em Soure Foto: Direitos reservados
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As buscas para encontrar o casal de idosos do concelho de Soure, distrito de Coimbra, que está desaparecido desde sexta-feira foram retomadas na manhã de segunda-feira, mas com menos meios e operacionais.

O comandante dos Bombeiros Voluntários de Soure, João Paulo Contente, disse à agência Lusa que as buscas contam com cinco operacionais da corporação e dois veículos, enquanto a GNR confirmou duas patrulhas, com quatro elementos, quando não existam outras ocorrências.

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O casal, de 68 e 65 anos, residente em Verride, saiu de casa na terça-feira e não regressou, o que motivou o alerta de familiares pelas 19h45 de sexta-feira.

As buscas foram iniciadas ainda na sexta-feira e retomadas no sábado de manhã com quatro militares da GNR e cinco operacionais dos Bombeiros Voluntários de Soure, com o apoio de duas viaturas.

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No domingo, as buscas decorreram com 13 militares da GNR e 18 bombeiros, também com o auxílio de drones, que foram desmobilizados esta segunda-feira, "na zona de residência e nos trajetos que podiam ter feito".

O comandante dos Bombeiros Voluntários de Soure adiantou que as buscas se estendem pelas freguesias de Vinha da Rainha e Samuel, na zona oeste do concelho, que abrange os campos agrícolas de arroz do Vale do Pranto.

Fonte da GNR disse à agência Lusa que agora é preciso deixar baixar as águas no Vale do Mondego para ver se encontram o casal.

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Dezassete pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

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As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.

A situação de calamidade que abrangia os 68 concelhos mais afetados terminou no domingo.

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