Circulação ferroviária na Linha de Cascais retomada em via dupla

Até à normalização dos horários, oferta será reforçada em hora de ponta, com comboios de 15 em 15 minutos, com paragem em todas as estações.

19 de fevereiro de 2026 às 07:19
Linha de Cascais Foto: Bruno Colaço
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A circulação ferroviária na Linha de Cascais foi retomada na quarta-feira em via dupla, com reposição gradual dos serviços, podendo ainda verificar-se alguns constrangimentos, segundo a CP -- Comboios de Portugal.

Numa nota divulgada na rede social Facebook, a transportadora adianta que até à normalização dos horários, a oferta será reforçada em hora de ponta, com comboios de 15 em 15 minutos, com paragem em todas as estações.

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Os comboios vão passar entre as 07:00 e as 09:00 e as 17:00 e as 20:00, no sentido Cais do Sodré - Cascais e as 07:03 e as 09:33 e as 17:03 e as 20:03, no sentido Cascais - Cais do Sodré.

Fora destas horas, os comboios, que também efetuarão paragem em todas as estações, terão partida da sua estação de origem a cada 30 minutos.

Na sequência do mau tempo das últimas semanas em Portugal continental, a circulação de comboios na Linha de Cascais estava a ser feita com alterações nos horários.

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De acordo com a CP, persistem ainda condicionamentos na circulação ferroviária na Linha da Beira Baixa, que continua suspensa, realizando-se apenas comboios Regionais entre Castelo Branco e Guarda e entre Entroncamento e Abrantes.

A circulação continua também suspensa na Linha do Douro, entre Régua e Pocinho e na Linha do Oeste.

Os Comboios Urbanos de Coimbra estão a circular entre Coimbra-B--Alfarelos--Coimbra-B.

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Prevê-se a realização do Comboio Internacional Celta, podendo ser usado material circulante diferente do habitual e sendo que o percurso Valença-Vigo-Valença será feito com recurso a transbordo rodoviário, segundo a transportadora.

Dezoito pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

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As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.

A situação de calamidade que abrangia os 68 concelhos mais afetados terminou a 15 de fevereiro.

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