Campanha viral divide opiniões: Publicidade do IKEA motiva queixas

Campanha promove uma estante, com o 'slogan' "Boa para guardar livros ou 75.800 euros", em referência à operação 'Influencer'.

26 de janeiro de 2024 às 20:16
Campanha publicitária do IKEA
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A Comissão Nacional de Eleições (CNE) recebeu queixas relativas a uma campanha publicitária do IKEA, que ainda não foram alvo de apreciação, adiantou à Lusa o porta-voz Fernando Anastácio.

"Entraram nos nossos serviços algumas queixas de cidadãos, mas as mesmas ainda não foram analisadas", adiantou à Lusa o porta-voz da CNE, Fernando Anastácio.

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A notícia foi avançada pelo Público e confirmada pela agência Lusa.

Apesar de não adiantar números exatos, a CNE disse que, na quinta-feira, recebeu "duas ou três queixas".

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Em causa está a recente campanha publicitária do IKEA, que promove uma estante, com o 'slogan' "Boa para guardar livros ou 75.800 euros", fazendo referência à operação 'Influencer', que levou à demissão do primeiro-ministro, António Costa.

Os 75.800 euros correspondem ao valor encontrado pelas autoridades, durante as buscas ao gabinete de Vitor Escária, que ocupava o cargo de chefe de gabinete de António Costa.

"A campanha é conhecida. Estamos em período eleitoral e os cidadãos destacam a natureza da campanha. Esta é uma matéria que ainda não foi apreciada", sublinhou a CNE.

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A Lusa contactou o IKEA, mas não obteve resposta.

A campanha foi viral nas redes sociais com muitas pessoas a elogiar as críticas aos acontecimentos que provocaram uma crise política em Portugal.

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