"Concursos justos!": dezenas de trabalhadores das escolas exigem pagamento das progressões nas carreiras
Além da concentração também está a decorrer ao longo do dia desta sexta-feira uma greve convocada por aquelas duas estruturas sindicais.
Dezenas de profissionais que trabalham na escola pública em situação precária protestam esta sexta-feira à tarde em Lisboa para exigir o pagamento das progressões na carreira e a vinculação de todos os trabalhadores.
Entre as dezenas de trabalhadores que estão concentrados em frente ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) estão psicólogos, terapeutas da fala, formadores e intérpretes em Língua Gestual Portuguesa, terapeutas ocupacionais, animadores socioculturais, mediadores, fisioterapeutas, psicomotricistas e técnicos de serviço social.
"O nosso foco é a vinculação de toda a gente. Os trabalhadores que já conseguiram a vinculação estão a viver uma injustiça, que é pedidos de devolução de verbas, em casos brutais, de nove mil euros, sete mil euros", disse à Lusa o dirigente sindical da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS), Luís Esteve.
De acordo com o responsável, os profissionais que conseguiram estar vinculados a um agrupamento de escolas desceram para um cargo abaixo.
"Foram para a base da carreira, perderam o salário", disse Luís Esteves, na concentração organizada pela FNSTFPS e o Sindicato Nacional dos Psicólogos.
Além da concentração também está a decorrer ao longo do dia desta sexta-feira uma greve convocada por aquelas duas estruturas sindicais.
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